Monday, November 20, 2017

Congreso sobre 'Literatura y Derechos humanos'. Morelia, Michoacán. México (22, 23 y 24 de Noviembre del 2017)



La Universidad Nacional Autónoma de México a través de la Coordinación de Humanidades, la Universidad de Guadalajara a través de la Cátedra UNESCO Igualdad y No Discriminación, la Universidad Autónoma de la Ciudad de México y la Red Internacional de Investigación en Literatura y Derechos Humanos, con la colaboración de la Oficina de la UNESCO en México, abren el segundo ciclo de encuentros científicos bianuales dedicados a explorar la relación entre literatura y derechos humanos en América Latina, con el objetivo de reunir periódicamente a los estudiosos que se ocupan de estos temas, en sus distintas manifestaciones culturales y literarias. Después del exitoso congreso de Gargnano, Italia (29 de junio - 4 de julio 2015), el comité organizador los invita a participar en el II Congreso de Literatura y Derechos Humanos: “Nuevas violencias, nuevas resistencias”.

El II Congreso, que se realizará en los días 22, 23 y 24 de Noviembre del 2017 en la sede de la UNAM en la hermosa ciudad de Morelia, Michoacán, busca fortalecer el espacio académico de discusión interdisciplinaria, creado en el congreso de Gargnano de 2015, convocado por la Universidad de Milán y la Universidad de Milán-Bicocca, en torno al tema de la Literatura y los Derechos Humanos. En México proponemos tomar como eje articulador la realidad actual latinoamericana y la presencia en ella de nuevas violencias, o de nuevas formas que han tomado violencias ancestrales, en diálogo con las muy diversas, ricas y complejas formas de resistencia que han surgido a partir de éstas. Pensar hoy sobre las resistencias nos lleva a poner la mirada en procesos sociales y culturales específicos, que cobran características particulares en los distintos escenarios de nuestro continente. El discurso académico, científico, crítico y comprometido debe ser capaz de analizar las complejidades y sutilezas de estos procesos, en un ejercicio que vaya de la reflexión teórica al diálogo con las múltiples aristas de la realidad.

Toma la información, incluyendo programa, en: http://www.literaturayderechoshumanos.com/

Saturday, November 18, 2017

Derecho y Literatura en Brasil. I Seminário de Direito e Literatura do Grupo de Pesquisa 'Trial By Jury e Literatura Shakespeariana'

 
I Seminário de Direito e Literatura
do Grupo de Pesquisa 'Trial By Jury e Literatura Shakespeariana'
 

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Nuevamente expreso mi satisfacción por el nivel y desarrollo de las experiencias docentes e investigadoras en Brasil sobre múltiples temáticas relacionadas con 'Derecho y Literatura', y muy horado también por la oportunidad que sus editores me ofrecieron para participar en esta obra.
Un acierto vincular su presentación a la sede del Tribunal do Júri de Curitiba.
 
 
O julgamento de Otelo, o mouro de Veneza
Direito e Literatura Edição comemorativa Shakespeare 400 anos
René Ariel Dotti (Aprensentação), Daniel Ribeiro Surdi de Avelar (Coord.), Angela dos Prazeres e Liana de Camargo Leão (Orgs.)
Florianópolis SC: Emporio do Direito, 2017, 242 pp.
ISBN: 9788594771117
 

Monday, November 06, 2017

LITERATURA, CINE Y ARTE. 'The Servant' (1948 y 1963): Robin Maughan, Joseph Losey, Jan Van Eyck, M. C. Escher



Cabaret Voltaire editó hace unos años (2009) el texto de Robin Maughan ('The servant' 1948), que Joseph Losey llevó al cine en 1963. Siempre me ha seducido el ojo del espejo, a modo memorialista de ‘El Matrimonio Arnolfini’ (1434), de Jan Van Eyck, con sus diez rutilantes escenas evangélicas y la exhibición doméstica de la intimidad, que lateralmente se abre a lo público desde la ventana. Visioné la cinta en una proyección que el año 1979 se organizó -con algunos inconvenientes decanales- en la Facultad de Derecho de Sevilla.


 
 



Pero 'The servant' (1963), de Joseph Losey, es asimismo -y, sobre todo- un catóptrico ideológico de las relaciones 'amo-esclavo' y, por tanto, las ilusiones ópticas de M.C. Escher, además de los juegos de refracción privado-público de Van Eych, están igualmente presentes (Hand with Reflecting Sphere, 1935; Relativity, 1953; Still Live with mirror, 1934, Balcony, 1945...)
 
 
 
 
 
 
 

Friday, November 03, 2017

Acracia y moderna crítica a la autoridad




Massimo La Torre
Nostra legge è la libertà
Anarchismo della modernità
2017, 288 pp.
ISBN: 9788865481899

Il pensiero libertario ha una storia antica e nobile fatta di percorsi teorici originali e di scontri filosofici infuocati. Una storia che è stata spesso banalizzata e, negli ultimi anni, è stata decisamente misconosciuta. Passando in rassegna i classici, tra anarchismo filosofico e anarchismo politico, l’autore conduce il lettore in un viaggio di passione e scienza.
Da Stirner a Proudhon, da Kropotkin a Malatesta, questo libro restituisce la complessità del pensiero anarchico, tra diversità e conflitti, tra passaggi irriverenti e libri provocatori. Un pensiero con una base comune, profonda e ininterrotta, fatta di intolleranza all’ingiustizia, alla sofferenza dell’obbedienza e della subalternità.
 
 
Massimo La Torre, Ordinario de Filosofia del Diritto, insegna all’Università di Catanzaro. È stato ricercatore e professore associato dell’Università di Bologna e ricercatore e professore dell’Istituto Universitario Europeo di Firenze. È stato altresì visiting professor di varie università europee e americane. Nel 2009 gli è stato attribuito il Premio di Ricerca della Fondazione Alexander Von Humboldt. Tra le sue pubblicazioni Cittadinanza e ordine politico (2004) e La crisi del Novecento (2006).
 
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Una entrevista radiofónica realizada por RAI Raidio3 al autor puede seguirse en: http://www.fahrenheit.rai.it/dl/portaleRadio/media/ContentItem-f867220d-5078-4b3d-a48e-395d6b8da126.html#p=0
 

Wednesday, November 01, 2017

Lombrosianos del Brasil



Luciano Góes
A "tradução" de Lombroso na obra de Nina Rodrigues - O racismo como base estruturante da Criminologia brasileira
Rio de Janeiro: Editora Revan, 2016, 288 pp.
ISBN: 9788571065673

 

Para entendermos porque certas coisas acontecem hoje no mundo, precisamos olhar para trás para entender de onde vieram. Com o racismo, é assim. Se ainda hoje no Brasil não temos condições igualitárias entre as etnias, olhando para a história do país podemos entender o porquê disso.
Luciano Góes faz um panorama completo e claro sobre o racismo, embasado na obra de Nina Rodrigues - criminalista do Século XIX - que por sua vez embasa suas teses no material de Cesare Lombroso.
É uma leitura direta que mostra as causas de os negros serem maioria nos presídios brasileiros, e porque sendo negros tantos se intitulam pardos.


Agradecimentos

Prefácio

1. Introdução

2. Situando Lombroso: da necessidade de limitação do absolutismo à disfuncionalidade do classicismo

2.1 O “adeus” ao classicismo: o paradigma etiológico apontando as diferenças raciais
2.2 A (des)igualdade em questão: a busca por respostas criminológicas inserida no contexto italiano
2.3 Contextualizando Cesare Lombroso
2.4 Entre a “descoberta” e a construção do “outro” pelo centro: a diversidade racial marginal como fator desigualitário
2.5. A raça humana em questão: (des)igualdade ou diferença humana – ser ou não ser, eis a legitimação
2.5.1 As diferenças raciais empíricas como legitimação do controle social histórico: uma demarcação entre racismo prático, teoria tipológica e construção racial científica

3. Cesare lombroso: da teoria racial ao paradigma etiológico

3.1 A teoria racial de lombroso: o homem branco e o homem negro em estudo
3.2 L’uomo delinquente: a fundação da escola positivista italiana e a construção do paradigma etiológico lombrosiano
3.2.1 A construção do estereótipo do criminoso como imprescindível instrumento de controle social

4. Os contextos marginais e as traduções antropofágicas

4.1 Os processos e o conceito de tradução marginal
4.2 O contexto brasileiro pré-tradução lombrosiana
4.2.1 Da solução portuguesa ao problema brasileiro
4.2.2 Do branqueamento ao abolicionismo: o controle racial entre o genocídio e mínima liberdade
4.2.3 O controle racial no pós-abolição: nosso apartheid (mal) mascarado e as novas legitimações para o velho racismo
4.2.4 A assimilação racial: enfim, o sucesso da política genocida branqueadora
4.3 O encontro das águas: a tradução lombrosiana em um país racista legitimando um controle racial no pós-abolição

5. A tradução de Nina Rodrigues para o contexto brasileiro: a refuncionalização do racismo criminológico à brasileira

5.1 As raças humanas e a responsabilidade penal no Brasil
5.1.1 Nègres criminels au Brésil
5.2 O animismo fetichista dos negros baianos
5.3 Mestiçagem, degenerescência e crime
5.4 Os africanos no Brasil e o problema negro: “decifra-me ou devoro- te
5.5 A escola Nina Rodrigues: o alcance e projeção do paradigma racial-etiológico rodruigueano no interior do controle racial brasileiro

Conclusão

Referências
 
 
XX-XX-XX
 
 
Raymundo Nina Rodrigues (1862-1906) fue médico legista, psiquiatra, professor e antropólogo brasileiro
 
 
 
Nina Rodrigues
As raças humanas e a responsabilidade penal no Brazil
Rio de Janeiro: Editora Guanabara, Waissman, Koogan, 1935, 211 pp.
Ensaio de psicologia criminal brasileira, publicado en 1895, onde se analisam a doutrina corrente e as opiniões de mestres reputados na matéria. Usa forma de lições para explanar o assunto, e aborda os conceitos de criminalidade e imputabilidade à luz da evolução social e mental. Analisa a população brasileira - índios, negros e mestiços - do ponto de vista da psicologia criminal, e o Brasil, pelo viés antropológico e étnico.
 
 
J.C.G.
 
 

 

As Leis e as Letras: Diálogos Interdisciplinares. São Paulo (Brasil), 8-10 de nov. 2017




A Revista PUB promoverá no período de 8 a 10 de novembro de 2017 o evento As Leis e as Letras: Diálogos Interdisciplinares, tendo como temas centrais o Direito, a Literatura e o Meio Ambiente. O evento integra as atividades do 21º Congresso Brasileiro de Advocacia Pública e é coordenado tecnicamente pela Juíza de Direito Fernanda Menna (AJD e APRODAB) e pelo associado Guilherme José Purvin de Figueiredo, seu idealizador.
O encontro acontecerá no histórico Centro Universitário Maria Antônia, antiga sede da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo e tem o apoio institucional da APRODAB, da Associação dos Juízes para a Democracia, do Instituto O Direito por um Planeta Verde, da Revista Cult, da Associação dos Procuradores do Estado do Paraná e do Sindiproesp.
Estão já confirmadas as presenças dos romancistas Ignácio de Loyola Brandão, Márcio Souza e Manuel Herzog, bem como dos professores Dalmo Dallari (Faculdade de Direito da USP), Eduardo Vieira Martins, José Nicolau Gregorin Filho e Marcelo Módolo (FFLCH-USP), Ricardo Antonio Lucas Camargo (UFRGS) e de muitos outros profissionais das áreas do Direito, das Letras, da Arquitetura e do Urbanismo, da Biologia e da Medicina.
O objetivo do encontro é assim apresentado: A fragmentação do conhecimento é um dos importantes fatores impeditivos de formação de um consenso mínimo acerca da importância da proteção dos ecossistemas e dos elementos bióticos e abióticos da natureza, imprescindíveis para a sobrevivência da humanidade. O objetivo deste encontro interdisciplinar é aprofundar o diálogo entre os profissionais da área jurídica com os da área de letras (linguistas, críticos literários, professores de literatura, filólogos, tradutores etc) sobre a análise da questão ambiental e da ocupação dos espaços urbanos. Tanto o Direito pode contribuir com a sua produção acadêmica e seu arcabouço normativo para inspirar os profissionais das Letras na construção de uma teoria ecocrítica brasileira como estes podem inspirar os profissionais do Direito na identificação de possibilidades mais ricas de interpretação das leis sob a óptica da sustentabilidade e da justiça ambiental. Qualquer debate sobre este tema, porém, exige ampliação de fronteiras, compreensão o mais ampla possível dos diferentes aspectos que envolvem a crise ambiental, razão pela qual também são chamados a debate os profissionais de outras áreas, tais como Urbanismo, Geografia, Biologia etc. Espera-se que, destes diálogos interdisciplinares, possam ser construídas pontes entre os diferentes saberes acadêmicos que ajudem a pensar o Direito e as Letras de uma forma sustentável.

O evento ocorrerá no Centro Universitário Maria Antônia – Pró reitoria de Cultura e Extensão da USP – Rua Maria Antônia, 294, Consolação- São Paulo/SP

Tuesday, October 31, 2017

Quereres cervantinos en Brasil




Velis, nolis, Cervantes
Ruben Daniel Méndez Castiglioni /Estefanía Bernabé Sánchez (orgs.)
Porto Alegre : Instituto de Letras/UFRGS, 2016, 236 pp.
ISBN: 9788564522244

Neste ano 2016, denominado pela Real Academia Espanhola como “ano Cervantes”, nós, quixoteros assumidos, nos sentimos afortunados pelas diversas comemorações de que temos desfr utado nos últimos tempos, e pelas que ainda virão. Já em 2015 celebramos os quatrocentos anos da publicação da segunda parte do Quixote, solenidade que tantas benesses concedeu a diferentes instituições culturais do mundo todo, para felicidade dos leitores e, de maneira particular, ao setor editorial. Esta segunda parte, precisamente filha do imenso desgosto de Cervantes ao ler o texto “do mentecapto e atrevido” Avellaneda, também é aquela por meio de cujas páginas dom Francisco Rico convidava os neófi tos a se embrenhar na história de Dom Quixote, pois a primeira nos é familiar “a todos” de uma maneira ou de outra, feliz amostra de uma espécie de cultura populaire et savante supranacional que nos envolve.
Outro acontecimento importante no ano de 2015 foi o descobrimento dos possíveis -porém já adjudicados- restos mortais de Cervantes numa cripta do Convento de las Trinitarias de Madrid, mesmo que -até agora- tal fato não nos sirva para responder a nenhuma das grandes questões da vida de nosso protagonista.
Cervantes foi nova e solenemente sepultado no mesmo convento em junho de 2015, escoltado por dois regimentos militares herdeiros dos famosos tercios, em cujas fileiras ele professara. A placa colocada na nova lápide de nosso autor acolhe versos de sua última obra, Os trabalhos de Persiles e Sigis munda, finalizada nos últimos dias de sua vida, e que diz: “O tempo é breve, as ânsias crescem, as esperanças minguam, e com isso, levo a vida com o desejo que tenho de viver”.

 

Algumas palavras / Unas palabras iniciales

 
- A vueltas sobre unos cuantos ‘inveterados misterios’
cervantinos
BERNABÉ SÁNCHEZ, Estefanía

- A ficção, tudo para o leitor. Técnica narrativa de Cervantes
em El ingenioso hidalgo Don Quijote de la Mancha – jogo
romanesco na investida contra o gênero literário ‘livros de
cavalaria’
BORGES, Adriana

- Velis, nolis, invidia: o desentendimento entre Lope de Vega
e Cervantes.
CASTIGLIONI, Ruben Daniel M., e BERNABÉ SÁNCHEZ

- Cervantes e a desconstrução histórica do cavaleiro
CASTIGLIONI, Ruben Daniel M., e BERNABÉ SÁNCHEZ

- El renegado como hablante intercultural en la Historia del
cautivo
CORRAL ESTEVE, Cristina

- Don Quijote y la sospecha del origen: una genealogía
dudosa para la novela
GONZÁLEZ BRIZ, María de los Ángeles

- “Minha mãe me castiga e eu rodo o pião”: as traduções de
alguns provérbios da segunda parte de Dom Quixote
KOWALSKI, Karina, e CERESER, Mauren Thiemy Ito

- El Quijote en el pensamiento fi losófi co de María
Zambrano, símbolo del hombre y de la cultura española
MARTÍNEZ DE LARA, Ángel

- Dulcinea, la amada imaginaria
PAYERAS GRAU, María

- Entre prólogos
PUIG MARES, María del Pilar

- O Quixote de 1605 e o de 1615: do valor da palavra à
verdade do documento
VIEIRA, Maria Augusta da Costa

- Primeras recreaciones quijotescas en la literatura chilena
VILLALOBOS LARA, Raquel


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Ruben Daniel M Castiglione, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, me aguardaba en Porto Alegre con este obsequio precioso. Gracias, querido amigo.

J.C.G.

IX JORNADAS INTERNACIONALES DE ARTE Y DERECHO. Centro de Estudios Jurídicos de la Facultad de Derecho (CEJAL) de la Universidad del Centro de la Provincia de Buenos Aires (UNICEN)

IX JORNADAS INTERNACIONALES DE ARTE Y DERECHO
(Cultura, Territorios, Derechos y nuevos patrimonios)
 

Seguimos con la presentación de participantes de estas Jornadas que se desarrollarán en Azul, Buenos Aires, entre el 2 y el 5 de noviembre de este año.

Fecha para envío de ponencias hasta el 24 de octubre. Toda la información en el siguiente link: http://arteyderecho9.blogspot.com.ar

 

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El Centro de Estudios Jurídicos de Artes y Letras, propone nuevamente para las Jornadas del 2 al 5 de Noviembre de 2017, relacionar y debatir sobre el gran desafío jurídico y político, que suponen las políticas públicas integrales para el arte, la cultura, los territorios en que se desenvuelven, los sistemas de producción y los financiamientos participativos, junto al ejercicio de sistemas jurídicos que consideren las formas de derecho consuetudinario o derechos colectivos frente a la propiedad individual; entre otros temas de gran vigencia y actualidad.
El Centro de Estudios Jurídicos de la Facultad de Derecho (CEJAL) de la Universidad del Centro de la Provincia de Buenos Aires (UNICEN), realiza anualmente desde 2008 las Jornadas de Arte y Derecho, que han contado con el auspicio de UNESCO, ICOMOS, ICOM, CICOP, el ISA (Instituto Superior de Arte de Cuba), la UNEAC (Unión de Artistas y Escritores de Cuba), y en las que participan numerosos disertantes nacionales y extranjeros, y se constituye en un espacio de investigación y coproducción de saberes, tal como se prevé para esta novena edición.
El CEJAL es el único Centro de Estudios que se dedica con exclusividad a abordar el Arte como objeto social-privado y la cultura como derecho inalienable, junto a temas referidos a la creación individual, la creación colectiva, los derechos culturales, los derechos colectivos, la identidad y el territorio.
En cada encuentro se ponen a debate proyectos de ley para la protección social de artistas y creadores, se discuten y evalúan nuevas propuesta de financiamiento en el marco de las políticas públicas, mecenazgo, y diversos modelos afines con la creación, la Cultura, el Patrimonio y el Derecho, con tanta persistencia como intensidad.
Desde hace nueve años el Centro de Estudios Jurídicos para las Artes y Las Letras convoca investigadores de otras latitudes para intercambiar experiencias, aunar criterios y fundamentalmente compartir con los estudiantes y la ciudadanía interesada, saberes poco difundidos y vitales para nuestros derechos.

 


Héctor Gonzalo Ana Dobratinich es Abogado (Universidad Nacional de Tucumán) e investigador doctoral (CONICET) en temáticas de Derecho y literatura. Maestrando en Filosofía del Derecho (UBA). Doctorando en Derecho (Universidad de Buenos Aires-Universidad de Málaga). Docente (UBA-UNPAZ).

Friday, October 27, 2017

Rosa rosae: Melville, Bosco, Kafka, Hugo


 
 
Michel Arouimi
Écrire selon la rose. Melville, Bosco, Kafka, Hugo
Paris: Editions Hermann, 2016, 352 pp.
ISBN: 9782705691547

En décrivant la mort de Billy Budd dans le récit éponyme, Hermann Melville a raturé dans ses brouillons la « shekinah », en lui préférant « le rose de l’aube » qui se déverse sur le corps du pendu, allégorique à maints égards. L’énigme de cette rature, qui porte sur un mythe essentiel du judaïsme, peut s’éclairer par les innombrables réminiscences de Billy Budd dans le roman de Henri Bosco Les Balesta (1956), où la rose n’est pas le seul attribut de la « shekinah » qui soit l’objet d’une christianisation insistante. Le lien des deux traditions implique les fondements de l’esthétique universelle, éprouvés par ces poètes dans l’écriture.
La couleur rose, dans une nouvelle de Kafka, est le support d’un questionnement analogue. De même dans d’autres récits de Kafka, avec les détails chromatiques qui soulignent leur construction.  Le mythe hébraïque ne fait qu’associer la rose à une vérité sans âge, qui revit aussi bien dans les premiers romans de Victor Hugo et dans ses Choses vues. Ces écrivains nous proposent en fait une leçon sur la permanence du sacré et sur la valeur de ses principes, devenus incompréhensibles pour le monde moderne, immergé dans les formes matérielles et violentes de la dualité.
 
 
Michel Arouimi est maître de conférences en littérature comparée à l’Université du Littoral.

Thursday, October 26, 2017

Poesía y Derecho en Brasil




Willis Santiago Guerra Filho e Daniel Giotti de Paula
Inverso Direito
Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2016, 220 pp.
ISBN: 9788584407651

Muitos juristas escreveram, de maneira regular ou esporádica, poemas, dando vazão a sentimentos que muitas vezes estão encobertos em seus ofícios, na prática profissional ou na atividade dogmática e especulativa que empreendem. Em o “Inverso Direito”, colhe-se a poesia de qualidade entre renomados advogados, juízes e professores. Cada um à sua maneira revela, pela poesia, a subversão da realidade, a necessidade de se encontrar a Justiça, as frustrações do dia-a-dia do forense, as esperanças de outro Direito.

Wednesday, October 25, 2017

Law and Literature Seminar: "Charles Dickens’ Great Expectations". Washington and Lee University. Washington USA




Law and Literature Weekend Seminar
Charles Dickens’ Great Expectations
October 27-28, 2017

 

In its unparalleled run of 24 years, the Alumni College's Law and Literature Weekend Seminar has relied on a highly effective model: gathering professors and participants to study a single work of literature from legal, ethical, and literary perspectives. The results can be exhilarating. Each fall, the School of Law chooses a compelling text, assembles a team of professors, invites participants to Lexington, and clears the way for a unique sharing of ideas and responses.
Our program in 2017 will feature Charles Dickens' 13th novel, "Great Expectations." While Dickens' beloved novel is widely praised by scholars as "the most admired and most discussed of Dickens' works," it has also been described, curiously, by George Bernard Shaw as both "consistently truthful" and "more seditious than Marx's ‘Das Kapital'." Drawn in part from the author's own life, the story traces an orphan's journey from England's desolate marsh country to London's realm of wealth and position. In Pip, we witness colossal ambitions handicapped by meager self-knowledge. His early strivings and ultimate awakening bring him into contact with some of English literature's most memorable characters, including the escaped convict Magwitch, the strange recluse Miss Havisham, and the cynical criminal lawyer Jaggers. One of the novel's compelling themes is the gap between the promises of the legal system and the reality of unequal justice under the law. Like Shakespeare, Dickens sought to convey the human condition in all its dimensions, high and low; again like Shakespeare, his best work portrays the law as an emblem of what is at once man's glory and his affliction.
Teaching in the program will be law professors Brian Murchison, J.D. King, and Dave Caudill. Joining them from the College will be English professor and University Provost Marc Conner and history professor Michelle Brock. As a bonus to practicing attorneys, the 2017 program will again seek approval for two hours of Continuing Legal Education ethics credit. The program is open to anyone interested in literature--you don't need to be an attorney to attend.

 

Friday, October 27, 2017


 

Time
Event
Location
Time3:00 - 3:05 PM
EventWelcoming Remarks
Dean Brant Hellwig, Dean of the Law School
LocationMoot Courtroom
Time3:05 - 3:20 PM
Event“An Introduction to Great Expectations: Themes of Freedom and Justice”
Prof. Brian Murchison
LocationMoot Courtroom
Time3:20 - 5:00 PM
EventCLE Ethics Program: “Great Expectations: Jaggers and the [Half-Lived] Lives of Dickens’ Lawyers”
Prof. David S. Caudill
LocationMoot Courtroom
Time8:15 - 9:15 PM
EventGreat Expectations in Film
LocationHuntley Hall, Room 327

Saturday, October 28, 2017


 

Time
Event
Location
Time9:00 - 10:00 AM
Event“Society and the Law in Dickens’ London”
Prof. Michelle Brock
LocationMoot Courtroom
Time10:30 - 11:30 AM
Event“Good Character and Bad Company: Criminality and Punishment in Great Expectations"
Prof. J. D. King
LocationMoot Courtroom
Time12:45 - 2:00 PM
Event“The Trial of Innocence: Coming of Age in Great Expectations”
Prof. Marc C. Conner