Tuesday, August 12, 2014

Derecho, Psicoanálisis y narrativas. Brasil



Bernardo G. B. Nogueira e Ramon Mapa da Silva (Organizadores)
Direito e Literatura: Por que devemos escrever narrativas?
Arraes Editores, Belo Horizonte, 2013, 196 pp.
ISBN: 978-85-82380-43-7


O livro Direito e Literatura: Por que devemos escrever narrativas? é uma obra que relaciona personagens da literatura mundial com temas atuais do mundo jurídico, fazendo uma interface necessária e contemporânea: o direito e a literatura. A obra conta com textos de professores como Lênio Streck, que é um dos maiores pensadores de nosso país e José Manuel Aroso Linhares, professor da Universidade de Coimbra, além de reflexões de juristas e literatos de diversas partes do país.

- Bruno Camilloto Arantes & Beatriz Schettini
O ensino jurídico na terra de gigantes

- Bernardo Gomes Barbosa Nogueira
Quem é o sr. Keuner? Dialogo como a modernidade

- Fábio Belo
Vingança: defesa contra o abandono. (Breve comentário psicanalitici sobre Medela, de Eurípides)

- Cándide Lisboa Brandão e Thereza Cristina Bohlen Marcondes
Quen é você Capatu?

- Maraluce Maria Custódio
D. Benta e as estripulias de Emilia em ‘a reforma da natureza e a educação ambiental informal

- Lenio Luiz Streck
Porque precisamos de grandes narrativas no e do direito

- Sebastião Trogo
Direito e Literatura: Subsídios etmológicos para uma aproximação entre direito e literatura

- Maria Antonieta Rigueira Leal Gurgel
Em busca da inocência perdida. A interpretação e a reinvenção do direito, a parir do olhar do Pequeno Príncipe.

- Marco Flavio de Sá e Shirley Maria de Jesus
Macabea, em hora da estrela: Uma reflexão sobre a importância da cidadania.

- Carlos Augusto Teixeira Magalhães
Nem crime nem castigo: Considerações sobre ação, estrutura e As aventuras de um enfermo.

- José Luiz Quadros de Magalhães
O (dês)alienista. Reflexões a parir da obra ‘O alienista’ de Machado de Assis

- Domingos Barroso da Costa
'O cobrador': Aspectos da criminalidade contemporânea e i conto da Rubem Fonseca, em analise atravessada pela Sociologia, Psicanálise e Direito

- João Baptista Santiago Sobrinho
Riobaldo: Sob o véu de Maya

- Maria José Motta Viana e Júnia C. Magalhães Alves
'Till Eulenspiegel': Do direito e do avesso de um herói pícaro

- José Manuel Aroso Linhares
Direito e ópera: na opera? Como ópera? (and..: in...?: As...?). Uma ‘conversa sem musica’ sobre um encontro inesperado.

- Ramon Mapa da Silva
‘Matei o albatroz’: Culpa e redenção em A Balada do Velho Marinheiro.

- Tatiana Ribeiro de Souza
O julgamento de Alice



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Recupero ahora esta obra colectiva que adquirí durante mi último viaje a Curituba, en mayo pasado. Pesa en ella sobre todo el enfoque antes psicoanalítico que jurídico. Varios trabajos, no obstante, lo contrapesan; así los Lenio Luiz Streck y José Manuel Aroso Linhares. Desatacaré también, por su singularidad, el que Maria José Motta Viana y Júnia C. Magalhães Alves dedican a un tema de literatura picaresca. Asimismo, por su horizonte interdisciplinario, el texto de Domingos Barroso da Costa. El de Sebastião Trogo igualmente interesante, aunque demasiado breve, como por igual sucede con el muy sugestivo de Fábio Belo. A subrayar, siempre, las contribuciones relacionadas con la literatura brasileña: J. Mª. Machado de Assis (Dom Casmurro, O alienista), Clarice Lispector (A hora da estrela), Monteiro Lobato (Serões de Dona Benta), Guimarães Rosa (Grande sertão: veredas), el cuento ‘O cobrador’, de Rubem Fonseca. Presencia de otras literaturas con Coleridge y Saint-Exupéry.

J. C. G.

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