Friday, November 01, 2013

Literatura rusa en Brasil. Finales s. XIX a primer tércio s. XX



Bruno Barretto Gomide
Da Estepe à Caatinga. O romance russo no Brasil (1887-1936)
Editora Edusp, São Paulo, 2012, 768 pp.
ISBN: 9788531412950



A presença de alguns escritores russos na literatura e na vida literária brasileira é analisada por Bruno Barreto Gomide neste livro. A recepção da literatura russa entre nós é estudada a partir de dois eixos: pesquisa documental da recepção crítica do romance russo e estudo da vasta bibliografia comparatista que lida com outros casos de recepção da literatura russa no ocidente; ambos mediados pelas discussões específicas fornecidas pela crítica literária e pela historiografia da cultura brasileira. Os primeiros textos que utilizavam os romancistas russos como contraponto a questões literárias candentes no Brasil datam da segunda metade da década de 1880; já o final da década de 1930 marca um momento em que tais discussões perdem sua força e deixam de ser relevantes para a crítica. O trabalho inédito é resultado de extensa pesquisa em periódicos e livros publicados entre 1887 e 1936, e conta com um anexo que reproduz algumas fontes significativas, privilegiando as de mais difícil acesso.


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Debo la referencia de esta obra, enteramente de mi interes, a Luis Rosenfield (Ponteficia Universidade Católica/Rio do Sul), buen y culto amigo. Hoy comienza la Feria del Libro em Passo Fundo, reuniendo las más prestigiosas firmas editoriales del país. Acaso en alguno de los paseos que por ella me tengo prometido lo encuentre. Prudentemente ya he hecho reserva de un ejemplar en la Livraria Cultura de Porto Alegre. Me arriesgo a afirmar que viajará a España conmigo el próximo domingo. Tuvo Tolstói en Brasil algunos seguidores destacados. Es el caso del grupo de escritores ‘anarquistas’ (escritores socialistas, se lo llama también) entre los que figuran nombres tan conocidos como el de Afonso Henriques de Lima Barreto (1881-1922), o Fábio Luz en Ideólogo (Typographia Altina, Rio de Janeiro, 1903), y Os Emancipados (Clássica Editora, A. M. Teixreira e Cia., Lisboa, 1906), el historiador José Francisco da Rocha Pombo (1857-1933), con No hospicio (H. Garnier, Rio de Janeiro, 1905.) [Instituto Nacional do Livro, 1970], y en especal a Manoel Curvelo de Mendonça (1870-1914), con Regeneração (H. Garnier, Rio de Janeiro, 1904). Todos ellos asumían el anarquismo desde una perspectiva básicamente literária que también cabe enunciar como ‘Literatura úti’.

J.C.G

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