Monday, July 29, 2013

Cine y Derecho. Formación de los Derechos Humanos de las Personas Migrantes (Santiago. Chile)


A través de la cinematografía y espacios de formación en Derechos Humanos, el festival “Cine Migrante” se realizará en nuestro país por primera vez entre el 31 de Julio y el 7 de Agosto en Cineteca Nacional, Museo de la Memoria y Matucana 100. El objetivo de esta muestra es incidir en materia de Derechos Humanos desde el punto de vista de las personas migrantes, promoviendo el diálogo intercultural y la integración de las culturas de los diferentes espacios, regiones y territorios de Latinoamérica y el mundo. Esta importante muestra se realiza en Colombia, Ecuador, tiene un foco en el Festival Panazorean en Portugal y este año espera llegar a Taiwán.
Esta instancia surge el 2010 en Buenos Aires, Argentina, al alero del CELS (Centro de Estudios Legales y Sociales) y este año tendrá presencia en nuestro país de la mano de Fundación TRAMA, orientada a la reflexión y la producción estética para la innovación en educación.
La selección de 53 películas que se mostrarán, entre cortos, medios y largometrajes, destaca títulos provenientes de África, Asia, Europa, Estados Unidos y América Latina. La muestra contará con la participación de directoras de Argentina, Brasil y Chile, que presentarán sus realizaciones, algunas inéditas en nuestro país. Desde Salta, Argentina llegará la joven realizadora Daniela Seggiaro, directora de la película Nosilatiaj, (La Belleza) que relata la historia de una niña wichí que trabaja como empleada doméstica en la casa de una familia criolla. Además el chileno Oscar Godoy estará presentando su película Ulises en distintos lugares de la capital como la Escuela de Adultos Paulo Freire en San Miguel y en Recoleta. La programación seleccionada, de una alta calidad cinematográfica (el 90% de los títulos han obtenido premios internacionales), destaca la realidad y el discurso estético a través del lenguaje cinematográfico; habla de migraciones políticas y económicas entre Estados; de migraciones internas; de corrientes, flujos y caminos; de niños, de expectativas y de sueños compartidos más allá de las fronteras.
En la programación se incluyen funciones especiales para niñas y niños en Museo de la Memoria y Cineteca durante el fin de semana del 3 y 4 de Agosto, además de proyecciones itinerantes y para estudiantes en las comunas de Recoleta, Quilicura, San Miguel, Independencia, Santiago y en el Instituto Católico para las Migraciones (INCAMI). En total, la muestra contempla 47 funciones, 53 películas y 9 espacios de formación. Todas las actividades que contempla esta Muestra Internacional de Cine, tanto las funciones como los espacios de formación, son absolutamente GRATUITOS Y LIBRES.
Para el equipo de Fundación Trama, que trabaja arduamente en la venida a Chile de esta importante muestra internacional “hacer Cine Migrante, ser Cine Migrante es un movimiento de búsqueda, un instinto de supervivencia que nos interpela a cruzar la frontera de lo posible en pos de una acción de transformación de las relaciones existentes entre los hombres y mujeres, entre nosotras/os y nuestro medio, entre nosotras/os y la naturaleza. Cine Migrante es igualdad de derechos, no por haber nacido en algún lugar, sino por el simple hecho de estar en algún lugar. Cine Migrante sale a caminar un sendero, por voluntad o por obligación, por necesidad de luchar para ser. "Cine Migrante no es frontera, Cine Migrante es horizonte.

Más información en http://www.35milimetros.org/cinemigrante-llega-a-santiago/

Saturday, July 27, 2013

Sobre el movimiento codificador del Derecho internacional brasileno. Epitácio Pessoa (1865-1942)




Marcílio Toscano Franca Filho, Jorge Luis Mialhe, Ulisses da Silveira Job (orgs.)
Epitácio Pessoa e a Codificação do Direito Internacional
Sergio Antonio Fabris Editor (SAFE), Porto Alegre, 2013, 662 pp.
ISBN: 978-857525-613-8



S u m á r i o

ELLEN GRACIE NORTHFLEET – Prefácio
EDUARDO GREBLER – Apresentação
MARCÍLIO TOSCANO FRANCA FILHO - À Guisa de Introdução: Algumas Questões Preliminares e Metodológicas

PARTE I. Diplomacia, Direito e Relações Internacionais

ALESSANDRA FRANCA. Jurisdição, a Imunidade dos Estados e o Espaço da Relatividade: Do Código à Rede
ALICE TOCHA- Responsabilidade Internacional do Estado no Projeto de Código de Epitácio
ERIKA SEGUCHI - Os Prisioneiros de Guerra no Projeto de Código de Direito Intenacional Público de Epitácio Pesoa
EUGÊNIO VARGAS GARCIA - Epitácio Pessoa Diplomata: de Versalhes ao Catete
FREDYS ORLANDO SORTO - A Condição da Pessoa Humana no Projeto de Código de Direito Internacional Público de Epitácio Pessoa
GUSTAAF JANSSENS - President Epitacio Pessoa and the Belgian King Albert I: a Common Striving for Understanding and Justice Gustavo Ferreira Ribeiro - O Comércio Internacional no Projeto de Código de Epitácio
JOAO CARLOS JAROCHINSKI SILVA - A Guerra Civil no Projeto de Código de Epitácio
JORGE LUÍS MIALHE - O Reconhecimento de Beligerância no Projeto de Código de Direito Internacional Público de Epitácio Pessoa
LILIAN DEL CASTILLO – Los Derechos y Deberes de los Estados en el Proyecto de Código de Derecho Internacional Público de Epitácio Pessoa: Una formulación de avanzada
LINIANA LYRA JUBILUT - O Conceito de Soberania: Modificações e Responsabilidade
LUCIANA PESSANHA FAGUNDES- Rituais de Hospitalidade e Encenações da História: Visitas de Chefes de Estado no Governo de Epitácio Pessoa (1919-1922)
MARCELO DIAS VARELLA – Direito Humanitário no Início do Século XX e a Codificação de Epitácio Pessoa
MARCÍLIO TOSCANO FRANCA FILHO - Sobre a Linha: O Código de Epitácio, o Tema da Fronteira e o Direito Internacional dos Espaços
MARIA EDELVACY PINTO MARINHO - A Propriedade Intelectual no Projeto de Código de Epitácio
MATHEUS DE MEDEIROS LACERDA- A Codificação Do Direito Internacional Público De Epitácio Pessoa: A Materialização do Padrão Realista Jurídico-Pacifista Pragmático da Política Externa Brasileira
ROGÉRIO DUARTE FERNANDES DOS PASSOS - A Estruturação da Nacionalidade e a Condição Jurídica dos Nacionais e dos Estrangeiros à luz do Código de Direito Internacional Público de Epitácio Pessoa
RUI DECIO MARTINS - Dos Estados. Reconhecimento. Ontem e hoje
SALEM HIKMAT NASSER e ADRIANE S. BRITO - Unidade, Fragmentação e Regimes Jurídicos: narrativas de hoje e de Pessoa
SUSANA CAMARGO VIEIRA - Epitácio, Rui e FHC: Do Brasil para o Mundo
ULISSES DA SILVEIRA JOB - Epitácio Pessoa eo Direito Internacional Americano Valerio de Oliveira Mazzuoli - A Teoria dos Tratados Internacionais no Projeto de Código de Direito Internacional de Epitácio Pessoa

PARTE II. Projeto de Código de Direito Internacional Público de Epitácio Pessoa

PARTE III. Iconografia Epitaciana

Breve nota biográfica, por JOYCE SANTANNA e RENATO RAMALHO.



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Epitácio Lindolfo da Silva Pessoa (1865 -1942),

Rica obra colectiva que homenajea la figura ilustre de jurista y político Epitácio Lindolfo da Silva Pessoa (Umbuzeiro, 1865 — Petrópolis, 1942), Presidente da República entre 1919 y 1922.
La importante labor de los editores logra en este libro culmina el proyecto de investigación financiado por el CNP y apoyado por la ILA-Brasil, reuniendo la colaboración de especialistas nacionales y extranjeros.
Su materia, propia de Derecho Internacional, Historia y Relaciones Internacionales de Brasil, tiene acogida aquí a través de la amistad que me une al Prof. Marcílio Franca, de la Universidad Federal de Paraiba. La presencia de libros y éxitos de amigos como él está sobradamente justificada.

La obra será muy pronto presentada en João Pessoa, Brasília y Rio de Janeiro.
¡Enhorabuena!
J.C.G.

Friday, July 26, 2013

Literatura brasilena. Sobre Euclides da Cunha (1866-1909), y Erico Verissimo (1905-1975)


Maria Thereza Didier.
Miragens peregrinas: Sertão e Nação em Euclides da Cunha e Ariano Suassuna
Editora da Universidade de São Paulo (Series: Ensaios de cultura; 49), 2012, 296 pp.
ISBN: 9788531413544

O Brasil como nação foi pensado por diversos autores, possibilitando a compreensão de sua invenção. Em Miragens Peregrinas, os leitores são convidados a trilhar caminhos com o intuito de pensar como a ideia de nação brasileira foi se constituindo. A autora dialoga com autores como Euclides da Cunha e Ariano Suassuna, explorando a configuração de nação e a construção e reconstrução do que é e do que poderia ser o Brasil como enunciação. Inicialmente, procura mostrar a inserção desses autores em algumas das discussões coletivas de suas épocas e a busca da nacionalidade. Procura também desvendar a relação dos dois autores com a imagem do sertão e com a tradição. E finalizando o livro, o sertão é visto como construção histórica e simbólica relacionada à nação brasileira, ao mesmo tempo em que são exploradas as impressões de Euclides e Suassuna sobre o sertão e como este último vê, neste lugar, um espaço de encantamento.
Nesta obra, os leitores são convidados a trilhar caminhos com o intuito de pensar como a ideia de nação brasileira foi se constituindo. A autora dialoga com autores como Euclides da Cunha e Ariano Suassuna, explorando a configuração de nação e a construção e reconstrução do que é e do que poderia ser o Brasil como enunciação. Inicialmente, procura mostrar a inserção desses autores em algumas das discussões coletivas de suas épocas e a busca da nacionalidade. Procura também desvendar a relação dos dois autores com a imagem do sertão e com a tradição. E finalizando o livro, o sertão é visto como construção histórica e simbólica relacionada à nação brasileira, ao mesmo tempo em que são exploradas as impressões de Euclides e Suassuna sobre o sertão e como este último vê, neste lugar, um espaço de encantamento.


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No he tenido, aún, oportunidad de leer en o acerca de Ariano Suassuna (João Pessoa, 1927). Me sucede lo contrario con Euclides da Cunha (Cantagalo, 1866- Rio de Janeiro, 1909). De él tengo en mi biblioteca una cuidada edición de Os Sertões (Ateliê Editorial, Cotia, 2009), que traje conmigo de Florianópolis hace un par de años.


Del último pasado, también hallé en Porto Alegre –por intercesión de Luis Rosenfield, buen amigo– un buscado ejemplar de la monografia que Miguel Reale le dedico (Face oculta de Euclides da Cunha, Topbooks, Rio de Janeiro, 1993).





Euclides da Cunha es un escritor interesante y lleno de matices, que no escaparían a una lectura en clave de filosofía jurídica, y política sobre todo.



Euclides da Cunha (Cantagalo, 1866- Rio de Janeiro, 1909)

Os Sertões (1902)

Anímense más todavía los editores españoles, que ya comienzan a recuperar en traducciones –la mayoría llenas de esmero [como ejemplo la primera entrega –El Continente (1949)– de la trilogía O Tempo e o Vento (1949-1961) de Erico Verissimo (1905-1975), en estupenda versión de Basilio Losada muy poco ha editada por Antonio Machado, Madrid, 2013, 592 pp. ISBN: 9788477748458], autores y títulos fundamentales.




Erico Verissimo

Sobre Verissimo reenvío a Luis ROSENFIELD (Bolsista de iniciação científica em Filosofia. (Pontifícia Universidade do Rio Grande do Sul. Brasil) y su excelente texto “Terrorismo, Tortura e Direitos Humanos: Reflexoes a partir de O Prisioneiro, Erico Verissimo”, en Revista Jurídica de Investigación e Innovación educativa, 7 (enero 2013), pp. 31-50.



Hay noticia y enlace en el post de este blog Friday, February 22, 2013 Derecho y Literatura. Investigación e Innovación educativa. Universidad de Málaga (http://iurisdictio-lexmalacitana.blogspot.com.es/2013/02/derecho-y-literatura-investigacion-e.html)

Una excelente literatura brasiñena espera a los lectores con paladar, que no deberían prohibírsela.

J.C.G.





Wednesday, July 24, 2013

Poésie et le Droit. La poésie du Code


 

Antoine Leca & Benoît-Michel Descomberousse
La lyre de Thémis ou La poésie du droit, suivi d'extraits du Code Napoléon mis en vers français, 1811 (par Descomberousse)
Presses universitaires d'Aix-Marseille (Collection d'histoire du droit. Série Thèses et travaux ; n° 20), Aix-en-Provence, 2011, 182 pp. : ill. en coul.
ISBN: 978-2-7314-0779-2


Étude de la versification des lois pour comprendre l'historique des relations qu'entretiennent la poésie et le droit. En annexe, l'ouvrage propose la reproduction en fac-similé d'un exemple, à savoir la mise en vers du Code civil en 1811

Introduction: La poésie et le droit : une union vraiment improbable?
Faire connaître le droit en recourant à la poésie: une tentation universelle très tôt attestée
La corrélation entre la poésie et le droit dans la Grèce ancienne
Rome et la recherche d'une esthétique juridique
Le Moyen Âge: les adages rhythmés et rimés, les monuments du droit mis en vers
La précellence aux temps modernes de l'union des Belles-Lettres et du Droit et du recours aux maximes juridiques
Un sommet et une fin: le Code civil en vers
Le désenchantement normatif du XXe siècle

Antoine Leca, Professeur à la Faculté de droit d'Aix-Marseille
Benoît Michel Decomberousse (1757-1841), ex-législateur.


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Benoît Michel Decomberousse
Code Napoleón: mis en vers français
Paris: Chez Clament freres, 1811.
In-12, VIII-668 p.

Disponible en : http://search.ugent.be/meercat/x/bkt01?q=900000140788
Disponible en : http://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k372984w.r=.langFR
J.C.G.

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Imagen del interior -tomada el 20 de abril de 2011- en la edición de los años 30, procedente de la Yale Law Library



Benoît Michel Decomberousse
Code Napoléon mis en vers Francais
Editions d'Art de l'Intermediaire du Bibliophile, Paris, 1932-1933, 2 vols;


J.C.G.

Tuesday, July 23, 2013

Tolstói y la idea de Literatura mundial. Literatura comparada Este/Oeste


John Burt Foster, Jr.
Transnational Tolstoy: Between the West and the World
Bloomsbury Academia, New York, 2013, 208 pp.
ISBN: 978 1441157706

Transnational Tolstoy renews and enhances our understanding of Tolstoy's fiction in the context of "World Literature," a term that he himself used in What is Art? (1897). It offers a fresh perspective on Tolstoy's fiction as it connects with writers and works from outside his Russian context, including Stendhal, Flaubert, Goethe, Proust, Lampedusa and Mahfouz.
Foster provides an interlocking series of cross-cultural readings ranging from nineteenth-century Germany, France, and Italy through the rise of modernist fiction and the crisis of World War II, to the growth of a worldwide literary outlook from 1960 onward. He emphasizes Tolstoy's writings with the most consistent international resonance: War and Peace and Anna Karenina, two of the world's most compelling novels.
Transnational Tolstoy also discusses a shorter work, Hadji Murad. It shares the earlier novels' historical sweep, social breadth, and subtle interplay among a large cast of characters. Along with bringing Tolstoy's gifts to bear on a Muslim protagonist, it also represents his most sustained attempt at world literature.



Contents

Transnational Tolstoy and the new comparatism

Part One Facing West

1 Culture shock in Europe Occidentalism in Anna Karenina and Dostoevskys The Gambler
2 Vengeance is mine Stendhals Italy and Anna Karenina
3 Discordant histories Napoleonic anniversaries War and Peace and Flauberts Sentimental Education
4 Worldliness to world literature Tolstoy between Goethe and Proust

Part Two Outside the Soviet Canon

5 Realism of the new school as modern fiction Anna Karenina in English 1900 to 1920
6 Realism as imagism: Nabokov "modernizes" Tolstoy
7 Border writing from national solidarity to toxic nationalism: Tolstoy and Stendhal as benchmarks for Malraux and Lampedusa
8 Felt history in flux: Anna Karenina between realism and magical realism
Part Three Into the World
9 ‘Show me the Zulu Tolstoy’: after 1991 who owns War and Peace?
10 Tolstoy and world literature 1890 to 1912 to 2000 From What is Art? to Hadji Murad and beyond
11 Beyond the West 18901955 Dialogues with Premchand Mahfouz and Gandhi
12 Envisioning Islam in Hadji Murad Holy war and peaceful romance
Between the West and the World

Notes
Bibliography


John Burt Foster is Professor of World and Comparative Literature at George Mason University, USA. He is the author of Heirs to Dionysus: A Nietzschean Current in Literary Modernism (Princeton University Press, 1981) and Nabokov's Art Memory and European Modernism (Princeton University Press, 1993) and the editor, with Wayne J. Froman, of Dramas of Culture: Theory, History, Performance (Lexington Books, 2008). He is past editor of The Comparatist, an annual journal for comparative literary study, and now edits Recherche littéraire / Literary Research, a bilingual international journal in the same field.

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A mi parecer, entre lo más sobresaliente todo aquello dedicado a la novela Hadji Murad y su extraordinnaria anticipación en perspecivas de desobediencia civil, no violencia, etc., además de lo atendido a través del ensayo ¿Qué es el arte?, sobre el que en España opinaron Valle-Inclán o Antonio Machado, y cuyo valor para la teoría estética ha sido luego tan ignorado.
J.C.G.


Monday, July 22, 2013

Novedad bibliográfica. Filosofia do Direito do Estado e do Estado, de Paulo Ferreira da Cunha, en Belo Horizonte


LANÇAMENTO DO LIVRO
23 de Julho
Campus da Universidade Federal de Minas Gerais.
Centro Atividades Didáticas 1
16:40 às 17:00



Paulo Ferreira da Cunha
Filosofia do Direito do Estado e do Estado
Prefácio de Tercio Sampaio Ferraz Junior
Apresentação de Fernando Dias Menezes de Almeida
Editora Fórum, Belo Horizonte, 2013, 616 pp.
ISBN: 978-85-7700-661-8


Direito e Estado são realidades diferentes, mas inseparáveis. Como refletir sobre um sem pensar no outro? Nesta obra se procura o permanente diálogo entre o Poder e a Norma, o Justo e o Político, passando em revista autores clássicos, a partir de sua vida e obra. Como comenta, em seu Prefácio, o Professor Doutor Tercio Sampaio Ferraz Junior: “Na verdade é, de uma perspectiva didática, uma exposição apresentada na sequência histórica da filosofia ocidental. Mas, de outro lado, de uma grande erudição, acompanhada de aprofundada finura reflexiva. E cada momento pontua ora a obra, ora a vida, o que faz da exposição de autores um texto que ultrapassa os limites de uma lição didática. Seus comentários são exercícios conceituais entremeados de fatos e teorias, o que faz de sua obra no mínimo um exercício pedagógico do próprio filosofar”.
Uma verdadeira enciclopédia crítica do pensamento jurídico e político desde a Antiguidade aos nossos dias


Paulo Ferreira da Cunha, Doutor da Universidade de Coimbra e da Universidade Paris II, é Professor Catedrático de da Faculdade de Direito da Universidade do Porto, e Director del Instituto Jurídico Interdisciplinar radicado en essa Universidad



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Mi buen y admirado amigo Paulo Ferreira da Cunha, siempre prolífico, presenta nueva obra en Brasil. Me alegro infinito por esta difusión de su incensante trabajo, y el reconocimiento que en ello se advera. Parabéns, caro amigo

J.C.G.




Novedad bibliográfica. CULTURA POPULAR Y DERECHO. Lima


PRESENTACION DE LIBRO
CULTURA POPULAR Y DERECHO
MARTES 23 DE JULIO
INSTITUTO RIVA-AGÜERO de la PUCP



El Grupo Peruano de Historia del Derecho del Instituto Riva-Agüero de la Pontificia Universidad Católica del Perú invita a participar a todos sus miembros y a público a la presentación del libro Cultura Popular y Derecho, de Eddy Chávez Huanca, miembro del grupo del Instituto.

La cultura popular asimila del entorno, casos reales sobre la justicia y la ley, manifiesta aquello que exige el hombre común respecto de los profesionales del derecho, mediante estas expresiones reclaman que cosas se deben cumplir en la realidad, ese uso idóneo o perverso de la ley queda retratada en el arte, ya sea con la estética de buenos ejemplos o como en este caso con lo divertidamente perverso y desbaratado que puede terminar siendo un juzgamiento, entonces lo real y lo artificioso se mezcla, esa fantasía popular hace eco de una realidad que deseamos ahuyentar, por lo grotesco y perverso que puede resultar un pícaro hecho juez.
Bajo esos conceptos de Cultura Popular y Derecho, se analiza en el libro, con jocosidad jurídica la parodia ‘El Gran Juez’, que relata un juzgamiento realizado por un magistrado gamonal en los andes frente a un comunero, que de manera disparatada y ocurrente (como mandan los cánones de la comedia burlesca) defenderá sus derechos y su propia verdad con poco más que ironía y buen humor.
Los comentarios del libro serán realizados por los doctores Amílcar Mendoza Luna, abogado civilista, y Carlos Ramos Núñez, de la PUCP y subdirector del Instituto y coordinador del Grupo Peruano de Historia del Derecho.
La cita es este martes 23 de julio a las 11:00 a.m. en el local del Instituto. (Jirón Camaná 459, Lima 1).

Eddy Chávez Huanca es Profesor en la Facultad de Derecho de la Universidad Continental de Huancayo


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Enhorabuena a mi buen amigo Eddy Chávez Huanca por este nuevo libro, del que conversamos en algunas insomnes noches de Medellín, el pasado mes de abril. Confío en su generosidad para poder incorporarlo en breve a mi biblioteca. Y muchos saludos al Dr. Carlos Ramos Núñez.
J.C.G.

Friday, July 19, 2013

Transnacionalismo. La tradición eslava heterotópica. Joseph Conrad (1857-1924) y Witold Gombrowicz (1904-1969).


George Z. Gasyna
Polish, Hybrid, and Otherwise: Exilic Discourse in Joseph Conrad and Witold Gombrowicz
Continuum Publishing Corporation, New York, 2011, 288 pp.
ISBN: 978-1441140791

This title examines the ways in which language, identity, and a sense of cultural belonging intersect in Conrad's and Gombrowicz's novels and other writings. Polish, Hybrid, and Otherwise examines the triple compact made by displaced authors with language, their host country, and the homeland left behind. It considers the entwined phenomena of expatriation and homelessness, and the artistic responses to these conditions, including reconstructions of identity and the creation of idealized new homelands. Conrad and Gombrowicz, writers who lived with the condition of exile, were in the vanguard of what today has become a thriving intellectual community of transnationals whose calling card is precisely their hybridity and fluency in multiple cultural traditions. Conrad and Gombrowicz's Polish childhoods emerge as cultural touchstones against which they formulated their writing philosophies. Gasyna claims that in both cases negotiating exile involved processes of working through a traumatic past through the construction of narrative personae that served as strategic doubles. Both authors engaged in extensive manipulation of their public image. Above all, Conrad and Gombrowicz's narratives are united by a desire for a linguistic refuge, a proposed home-in-language, and a set of techniques deployed in the representation of their predicament as subjects caught in-between

Contents

Inyroduction: The Spaces and Trajectories of Exile:
• ch. 1 The Condition Known as Exile
• ch. 2 Crossing the Thresholds of Modernist Discourse
• ch. 3 I. Life Writing. II. Charting the Hybrid Self
• ch. 4 Toward Heterotopia:
• ch. 5 Imagined Nations, Fractured Narrations: The Politics of Language and Poetics of Territoriality in Nostromo
• ch. 6 The Conditional Narrativity of Cosmos.
• Conclusions: Identity and its Displacements. Some Vlosing Axions

George Gasyna is Assistant Professor in the Department of Slavic Languages and Literatures and the Program in Comparative and World Literature at the University of Illinois at Urbana-Champaign, USA. He specializes in Polish literature, in particular twentieth-century prose and drama, as well as exilic literature and the avant-garde.

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Recensión: Polish, Hybrid, and Otherwise: Exilic Discourse in Joseph Conrad and Witold Gombrowicz, George Z. Gasyna
por Michael Goddard, en Slavic Review 71, 3 (Fall 2012), pp. 685-686



Tuesday, July 16, 2013

IIª edición del Festival de Cine y Derechos Humanos de Uruguay (17 -21 de Junio) IIª edición del Festival de Cine y Derechos Humanos de Uruguay

La temática girará en torno a la Libertad. El Festival Internacional de Cine y Derechos Humanos de Uruguay, Tenemos Que Ver, nace en el año 2012 como un espacio de acción e interacción, un encuentro de cineastas, artistas, organizaciones sociales y público en general. El objetivo es crear un espacio de promoción y reflexión de temáticas vinculadas a los Derechos Humanos desde el séptimo arte. Tenemos Que Ver es un esfuerzo para que los Derechos Humanos ganen mayores territorios en nuestras sociedades y en nuestras vidas. Las películas que se proponen, de un modo u otro, reflejan, cuentan, ayudan a la comprensión de la otredad, de la dignidad humana y representan un abanico de visiones y aspiraciones para transformar el mundo en un lugar mejor para todas las personas.

En su segunda edición, el Festival Internacional de Cine y Derechos Humanos de Uruguay crece y está más presente en la ciudad. Este año, son 4 las sedes en las que se localiza el festival: Sala Zavala Muniz (Teatro Solís), Centro Cultural de España, MEC Punto de Encuentro y Centro de Formación de la Agencia Española de Cooperación Internacional para el Desarrollo. Asimismo, aumentan el número de países presentes, las proyecciones, los premios y las actividades paralelas que se desarrollarán a lo largo del Certamen.

Todas las actividades son gratuitas y con entrada libre.
Sede principal Teatro Solís. Sala Zavala Muniz y Sala de Conferencias. Reconquista s/n, esq. Bartolomé Mitre. Montevideo.

Programación: La programación del Festival estará formada por una selección de 18 largometrajes y 14 cortometrajes llegados de 14 países diferentes: Argentina, Bolivia, Brasil, Canadá, Chile, EEUU, España, México, Perú, Suiza, Suecia, Guatemala, Venezuela y Uruguay.

Secciones:
COMPETENCIA LARGOMETRAJES

En esta Sección participan largometrajes que reflexionan en torno a la Libertad, temática principal de esta edición, y/o que son producciones realizadas en 2012 y que serán estrenadas por primera vez en Uruguay. Optan al Premio 'Tenemos Que Ver' a Mejor Largometraje.

30 Años de Oscuridad, de Manuel H. Martín. España, 2012, 85 min. Lunes, 17 de junio 19.10hs.
1.533 km. hasta Casa, de Laureano Clavero. Argentina, 2012, 61 min. Jueves, 20 de Junio. 18.15hs.
Armados, de Rodrigo Mac. Brasil, 2012, 70 min.19 de Junio. 18.30hs.
Call Me Kuchu, de Katherine Fairfax Wright y Malika Zouhali-Worrall. EEUU, 2012, 87 min. Martes, 18 de Junio. 19.55hs
El Albergue, de Alejandra Islas. México, 2012, 83 min. Jueves, 20 de Junio. 19.55hs
Lunas Cautivas, Historias de Poetas Presas, de Marcia Paradiso. Argentina, 2012, 64 min. Miércoles, 19 de Junio. 20hs.
Más Náufragos que Navegantes, de Guillermo Planel. Brasil, 2013, 92 min. Lunes, 17 de Junio. 17hs.

MUESTRA LARGOMETRAJES
En esta Sección se incluyen largometrajes que abordan cuestiones acerca de los Derechos Humanos.
Chau Pelado, de Miguel Presno Barhoum. Uruguay, 2012, 62 min. Martes, 18 de Junio. 22.25hs.
Desert Riders, de Vic Sarin. Canadá, 2011, 68 min. Miércoles, 19 de Junio. 22.05hs.
La Cicatriz de Paulina, de Manuel Legarda. Suíza-Perú, 2011, 64 min. Miércoles, 19 de Junio. 17hs.
La Plaza, de Adriano Morán. España, 2012, 84 min. Miércoles, 19 de Junio. 22hs.
Moacir, de Tomás Lipgot. Argentina, 2011, 75 min. Martes, 18 de Junio. 18.20 hs.
Niños de la Memoria, de María Teresa Rodríguez. EEUU, 2012, 64 min. Martes, 18 de Junio. 16.30hs.
Un Mundo Cuadrado, de Álvaro Begines. España, 2011, 90 min. Jueves, 20 de Junio. 16hs.

COMPETENCIA CORTOMETRAJES
En esta Sección se mostrarán cortometrajes que apelan a la reflexión sobre los Derechos Humanos y que compiten por el 'Premio INJU a Mejor Cortometraje'. Martes 18 y jueves 20 - Sala Idea Vilariño, Punto de Encuentro DNC-MEC. (San José, 1116)
Ana Cumple 14, de Shari Sabel Strandmark. Guatemala - Suecia, 2013, min. Martes, 18 de Junio. 20hs.
Aquel no era yo, de Esteban Crespo. España, 2012, 24 min. Jueves, 20 de Junio. 19hs.
Casa Club, de Ximena Fernández. EEUU, 2012, 22 min. Jueves, 20 de Junio. 20hs
Detrás del humo, de Arnaldo Rodríguez. Chile, 2012, 13 min. Martes, 18 de Junio. 19hs.
Huellita, de Ehécatl García. México, 2012, 10 min. Jueves, 20 de Junio. 20hs.
La boda, de Marina Seresesky. España, 2012, 12 min. Martes, 18 de Junio. 20hs.
La hora del té, de Nicolás Botana. Uruguay, 2012, 11 min. Jueves, 20 de Junio. 19hs.
Los ojos de Dante, de Gonzalo Gurrea Ysasi. Venezuela - España, 2012, 6 min. Jueves, 20 de Junio. 19hs.
Misceláneas, de Lucia Salazar. Uruguay, 2012, 2 min. Martes, 18 de Junio. 19hs.
Sueños, dirección colectiva. Uruguay, 2012, 6 min. Jueves, 20 de Junio. 20hs.
The Rattle of Benghazi, de Paco Torres. España, 2012, 11 min. Martes, 18 de Junio. 20hs.
Waqayñan, de Ariel Soto. Bolivia, 2010, 28 min. Martes, 18 de Junio, 19 hs.

Premios:
PREMIO TENEMOS QUE VER
El Premio Tenemos Que Ver será otorgado por el jurado designado para este fin. La película ganadora recibirá una estatuilla y un reconocimiento monetario de 1.000 dólares. Integrantes del Jurado José Pedro Charlo Filipovich. Documentalista, director y productor. Viviana Saavedra. Productora ejecutiva y docente. Christian Font. Crítico de Cine y Periodista.

PREMIO INJU JURADO JOVEN
La 2ª Edición del Tenemos Que Ver tiene el honor de presentar un nuevo Galardón: el Premio INJU Jurado Joven al Mejor Cortometraje. Se trata de una iniciativa que nace con el objetivo de otorgar protagonismo a un sector de población concreto que no siempre está presente en las actividades culturales, a la par que se incrementa el debate en torno a los Derechos Humanos. Las personas seleccionadas son profesionales o estudiantes de artes visuales y cinematográficas y tienen inquietudes en torno a la defensa y promoción de los Derechos Humanos. Integrantes: Lucia Curiel, Laura Sandoval, Laura Silvera, Andrea Pomar, Juan Ingold, Leonel Schmidt, Julia Peraza, Anna Rubino, Gonzalo Chavez y Leonardo Silveira.

PREMIO TEVÉ CIUDAD
El Premio del Público Tevé Ciudad surge en el 2013 de un acuerdo entre Tenemos Que Ver y este canal de televisión. Esta sección estará integrada por cuatro de los largometrajes que son parte de la programación 2013. La película ganadora será elegida por el público del canal, que tendrá la opción de votar por su título favorito. Para ello, las películas que integran esta sección serán emitidas por el canal el mismo día que se proyectarán en la Sala Zavala Muniz. El premio por el que compiten los largometrajes es de 800 dólares. Películas participantes: 30 Años de Oscuridad de Manuel H. Martín, España, 85 min. Lunes, 17 de Junio, 22hs. Moacir de Tomás Lipgot, Argentina, 75 min. Martes ,18 de Junio, 22hs. Lunas Cautivas de Marcia Paradiso, Argentina, 64 min. Miércoles, 19 de Junio, 22hs. Desert Riders de Vic Sarin, Canadá, 68 min. Jueves, 20 de Junio. 22.25hs.

Actividades paralelas:

VENTANA MUJERES DE CINE 2013: IV MUESTRA ITINERANTE DE CINE ESPAÑOL HECHO POR MUJERES Martes 17, jueves 20 y viernes 21. Auditorio, Centro Cultural de España. Mujeres de Cine (MDC) es una iniciativa que nace con el propósito de dinamizar y dar a conocer largometrajes y cortometrajes españoles realizados por mujeres. De esta forma se reivindica y visibiliza el trabajo creativo de algunas directoras de cine en representación de todo un grupo de mujeres que luchan y se abren hueco en el mundo de la industria cinematográfica.

Películas participantes:

Planes para mañana, de Juana Macías, 96 minutos. Martes, 18 de Junio. 19hs.

Ellas son... África, de Inés París, 60 minutos. Jueves, 20 de Junio. 18hs.

Evelyn, de Isabel de Ocampo, 96 minutos. Jueves, 20 de Junio. 19.20hs.

Kanimambo, de Carla Subirana, 100 minutos. Viernes, 21 de Junio. 18hs.

Bajo la almohada, de Isabel Herguera. España, 2012, 9 min. Viernes, 21 de junio. 18hs.

MUESTRA FOTOGRÁFICA Vivendo um outro olhar (Viviendo otra mirada) Del 14 al 27 de junio, Sala Idea Vilariño, Punto de Encuentro DNCMEC. Inauguración: Viernes 14 de junio a las 19 hs. Con la presencia de Guillermo Planel, Walter Mesquita y Adriano Ferreira Rodrigues Vivendo um outro olhar es una muestra fotográfica que nos trae la mirada que tienen varios fotógrafos populares de una favela de Río de Janeiro. Las obras están producidas por Imagens do Povo, centro brasileño de Documentación, investigación y formación que trabaja por la inserción de fotógrafos populares en el mercado de trabajo.

PRESENTACIÓN DEL LIBRO LOS ALMANAQUES DE JORGE TISCORNIA Jueves 20 de junio, 19:30 hs., Sala de Conferencias del Teatro Solís. Jorge Tiscornia, estudiante de Arquitectura, estuvo preso entre el 20 de junio de 1972 y el 10 de marzo de 1985, la mayoría de ese tiempo en el Establecimiento Militar de Reclusión Nº 1, Penal de Libertad, la mayor cárcel para presos políticos en la América Latina de los años setenta. Durante ese período crea unos almanaques en los que registra la vida cotidiana en la cárcel, marcas de cuatro mil seiscientos cuarenta y seis días que era preciso ocultar de la represión. Tiscornia talla una cavidad en los zuecos que usa para ducharse logrando preservarlos allí dentro hasta su liberación. Ahora los almanaques dejan definitivamente su viejo escondite quedando expuestos para asomarse a ellos, estimulando nuevas significados de la experiencia humana sí compartida. Participan: Inés Bortagaray, escritora y guionista. Daniel Gil, psicólogo. José López Mazz, antropólogo. Sonia Mosquera, psicóloga y docente.

MESAS DE DEBATE Violencia y criminalización de la diversidad sexual: Una perspectiva comparada Martes 18 de Junio. 19.55hs. Sala Zavala Muniz del Teatro Solís.
Se proyectará la película Call Me Kuchu. Integrantes: Colectivo Ovejas Negras, Diana González ¿Muros visibles e invencibles?: Manifestaciones artísticas, expresivas y comunicativas de las personas privadas de libertad. Miércoles, 19 de junio. 20 hs. Sala de Conferencias del Teatro Solís. Se proyectará la película Lunas Cautivas y los cortometrajes Sueños y ¿Con qué Derecho? Integrantes: Ana Juanche, Marcia Paradiso (directora Lunas Cautivas) María Ferreyra (protagonista Lunas Cautivas) Alejandra Planel (Técnica Usina Paysandú) Esteban Puerari (Protagonista cortometraje Sueños) Derecho a migrar: Libertad ambulatoria y límites fronterizos Jueves, 20 de junio. 19.55 hs. Sala de Conferencias del Teatro Solís Se proyectará la película El Albergue. Integrantes: Felipe Arocena, Valeria España.

PANTALLA LIBRE AL ENCIERRO: TENEMOS QUE VER EN COLONIA BERRO Y CIAF
En el marco del desarrollo de una serie de talleres con adolescentes intrínsecamente libres, mujeres y varones que se encuentran privados de libertad, en el que se trabaja a través del ejercicio de las distintas libertades (expresión, comunicación y elección), se brinda este espacio para realizar un cine foro con ellos y ellas. Se proyectará la película participante de la Muestra "Un Mundo Cuadrado" y se contará con la presencia del director, Álvaro Begines.

TALLER DE DESARROLLO DE PROYECTOS CINEMATOGRÁFICOS
Del 19 al 21 de junio, 10 a 15hs, Sala de Conferencias del Teatro Solís. La productora Viviana Saavedra imparte un taller sobre el desarrollo de proyectos cinematográficos y pitching. Este espacio se enmarca en el objetivo de Tenemos Que Ver de promover espacios de formación para realizadores, productores y cineastas jóvenes y emergentes, así como ser un espacio para la circulación de películas que generalmente, por su carácter de producción independiente, no llegan con facilidad a las pantallas de nuestra ciudad.

TALLER DERECHOS HUMANOS Y COMUNICACIÓN: HERRAMIENTAS PARA EL CAMBIO SOCIAL
Del 17 al 21 de Junio, 9 a 13 hs, Centro de Formación AECID. El taller busca difundir la comprensión de los derechos humanos y su aplicación en la perspectiva de trabajo de jóvenes comunicadores/as. A partir del abordaje crítico de nudos y tensiones que se presentan en el ejercicio profesional de comunicadores y comunicadoras, la idea será poder proporcionar a los/as participantes herramientas que sean de utilidad para hacer frente a escenarios cada vez más complejos en el ejercicio de la libertad de expresión. Talleristas: Juan Faroppa (Institución Nacional de Derechos Humanos), Valeria España (Cotidiano Mujer), Karina Mouzo (UBA, Argentina), Mariana Galvani (UBA, Argentina), Fabián Werber (APU), Lilián Celiberti (Cotidiano Mujer), Raúl Zibecchi (Brecha) CEREMONIA DE APERTURA
Lunes, 17 de Junio. 20:30 hs., Sala Zavala Muniz del Teatro Solís. Ceremonia de apertura del Festival, brindis y recital ofrecido por la artista Mónica Navarro.

CEREMONIA DE CIERRE Y ENTREGA DE PREMIOS
Viernes, 21 de Junio. 20:30 hs., Sala de Conferencias del Teatro Solís. Se entregarán el Premio Tenemos Que Ver, Premio INJU y Premio Tevé Ciudad. Posterioremente, la banda Mushi Mushi Orquesta ofrecerá un recital.

Monday, July 15, 2013

Analítica de Política y Música

Esteban Buch, Nicolas Donin et Laurent Feneyrou (dir.)
Du politique en analyse musicale
Vrin (Coll. « Musicologies), Paris, 256 pp.
ISBN : 978-2-7116-2408-9, 2013


Y a-t-il des liens nécessaires entre analyse technique des œuvres musicales et étude de leur dimension sociale et politique? À la fin du XXe siècle, la croyance en la neutralité idéologique et en la fonction objectivante de l’analyse musicale a été remise en question par de nombreux musicologues en s’inspirant bien souvent des débats et des méthodes des sciences sociales. La relation entre la discipline analytique et l’herméneutique socio-historique des œuvres musicales n’a cessé d’être mise en cause et transformée. L’historicisation critique des discours sur la musique a semblé un pas incontournable, de même que le développement de nouvelles approches empiriques pour la description des phénomènes sonores. L’une et l’autre permettent notamment de repenser les présupposés théoriques de l’analyse musicale et, plus généralement, de la musicologie.
Cette thématique est ici introduite par deux textes encore inédits en langue française, et qui ont fait date dans les mondes germanique et anglo-saxon, À propos du problème de l’analyse musicale de Theodor W. Adorno (1969) et Comment nous sommes entrés dans l’analyse, et comment en sortir de Joseph Kerman (1980). Outre ces références, les contributions de ce volume sont organisées autour de deux axes complémentaires : qu’en est-il de la dimension politique des savoirs analytiques du passé, ainsi que de ses prolongations dans les usages actuels des musicologues? Qu’en est-il du projet d’une pratique analytique contemporaine qui se donnerait comme objet, précisément, l’élucidation du lien passé ou présent entre musique et politique?

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El problema tal vez esté en que con frecuencia no progresamos del preludio.
J.C.G.

Sunday, July 14, 2013

Derecho y Arquitectura. Francia

Pierre-Louis Boyer et Jacques Bezy
Le Palais de justice de Toulouse - Un autre regard

Éds. Au Fil du Temps, Souyri 2013, 128 pp.
ISBN:978-2-918298-40-3

Cela fait environ sept siècles que le Parlement de Toulouse, devenu depuis «Palais de Justice», est un centre prédominant et capital du monde du droit dans le Sud Ouest de la France. En son sein, les magistrats, avocats, fonctionnaires de justice, mais aussi tous les justiciables, arpentent les couloirs et les salles d’audience. Entre histoire et modernité, entre constructions et reconstructions, entre découvertes archéologiques et nouveautés architecturales, le Palais de Justice de Toulouse traverse les âges, tout de briques roses vêtu. C’est cette ambivalence que les auteurs de cet ouvrage ont essayé de mettre en avant, que ce soit à travers les photographies de Jacques BEZY ou les textes qui les accompagnent de Pierre-Louis BOYER: passé et contemporanéité, sobriété et luminosité, couleurs et uniformité, etc. Encouragés par les magistrats de la cour d’appel de Toulouse, les auteurs se sont aventurés dans les dédales de ce lieu aux lumières diverses et surprenantes. Les lieux de justice ayant été désormais rendus quasi-inaccessibles aux photographes et chercheurs, cet ouvrage est sans doute l’un des derniers de ce genre sur le palais de justice de Toulouse, plus ancien parlement de province de France. Une entreprise aux multiples facettes, sous un autre regard.

Jacques Bésy: Photographe Auteur Toulousain, conditionné par l’écriture photographique. Sensible aux jeux multiples entre les Matières et la Lumière. Regard captivé par l’appréhension graphique qu’ils procurent.
Pierre-Louis Boyer: docteur en droit, élève-avocat. Marié, père de trois enfants, membre de la Confrérie du Fourtou de Trassanel, il a aussi été plusieurs fois lauréat de l’Académie des Jeux floraux.

Saturday, July 13, 2013

Movies & alternative criminology


Nicole Rafter & Michelle Brown
Criminology Goes to the Movies: Crime Theory and Popular Culture
New York University Press, 2011, 236 pp.
ISBN-13: 978-0814776520

From a look at classics like Psycho and Double Indemnity to recent films like Traffic and Thelma & Louise, Nicole Rafter and Michelle Brown show that criminological theory is produced not only in the academy, through scholarly research, but also in popular culture, through film. Criminology Goes to the Movies connects with ways in which students are already thinking criminologically through engagements with popular culture, encouraging them to use the everyday world as a vehicle for theorizing and understanding both crime and perceptions of criminality. The first work to bring a systematic and sophisticated criminological perspective to bear on crime films, Rafter and Brown’s book provides a fresh way of looking at cinema, using the concepts and analytical tools of criminology to uncover previously unnoticed meanings in film, ultimately making the study of criminological theory more engaging and effective for students while simultaneously demonstrating how theories of crime circulate in our mass-mediated worlds. The result is an illuminating new way of seeing movies and a delightful way of learning about criminology.

Nicole Rafter is Professor and Senior Research Fellow in the School of Criminology and Criminal Justice at Northeastern University.
Michelle Brown is Assistant Professor of Sociology at the University of Tennessee and Fellow at the Indiana University Poynter Center for the Study of Ethics and American Institutions.

Friday, July 12, 2013

Popular culture & alternative criminology: Comic books crime



Nickie D. Phillips, Staci Strobl
Comic Book Crime: Truth, Justicie, and the American Way
New York University Press, New York, 2013, 213 pp.
ISBN-13: 978-0814767887


Brand New Book. Superman, Batman, Daredevil, and Wonder Woman are iconic cultural figures that embody values of order, fairness, justice, and retribution. Comic Book Crime digs deep into these and other celebrated characters, providing a comprehensive understanding of crime and justice in contemporary American comic books. This is a world where justice is delivered, where heroes save ordinary citizens from certain doom, where evil is easily identified and thwarted by powers far greater than mere mortals could possess. Nickie Phillips and Staci Strobl explore these representations and show that comic books, as a historically important American cultural medium, participate in both reflecting and shaping an American ideological identity that is often focused on ideas of the apocalypse, utopia, retribution, and nationalism. Through an analysis of approximately 200 comic books sold from 2002 to 2010, as well as several years of immersion in comic book fan culture, Phillips and Strobl reveal the kinds of themes and plots popular comics feature in a post-9/11 context. They discuss heroes' calculations of "deathworthiness," or who should be killed in meting out justice, and how these judgments have as much to do with the hero's character as they do with the actions of the villains. This fascinating volume also analyzes how class, race, ethnicity, gender, and sexual orientation are used to construct difference for both the heroes and the villains in ways that are both conservative and progressive. Engaging, sharp, and insightful, Comic Book Crime is a fresh take on the very meaning of truth, justice, and the American way.


Nickie D. Phillips is Associate Professor in the Sociology and Criminal Justice Department at St. Francis College in Brooklyn, NY.
Staci Strobl is Associate Professor in the Department of Law, Police Science and Criminal Justice Administration at John Jay College of Criminal Justice.

Thursday, July 11, 2013

Cine, Derechos fundamentales y libertades públicas

Ana Isabel Cea Navas y José María Enríquez Sánchez (eds.) El ciudadano espectador: derechos humanos y cine Eds. Universidad Europea Miguel de Cervantes (Col. Seminarium, 10), 2012, X+ 391 pp. ISBN: 9788493972967

Los derechos humanos no sirven para nada. O en palabras de Alasdair Chalmers MacIntyre: "No existen tales derechos y creer en ellos es como creer en brujas y unicornios". Casi de modo inevitable, acompañamos estos duros asertos de pausa valorativa (si bien meramente retórica), una suspensón lo suficientemente dilatada como para abrigar ya la intimidación de estas afirmaciones, e incluso la consideración de la experiencia lesiva que suponen, y que al mismo tiempo certeza y verdad. Ahora, tras producirse este brusco despertar, también acontece la urgencia de resguardo sobre un aspecto que antes, sumidos en nuestras delicias o el descuido, parecía no impartarnos: el respeto de ciertos derechos fundamentales, otrora ganados con sangre, y ahora, en ocasiones, sólo un escudo contra los demás. Como se comprueba a diario, todo parece estar en peligro. Todo gime por falta de cuidado. Al querar constituirme como excepción, y no como ejemplo, rompo con el gesto recíproco y constituyo así una fuerte amenaza para el universal reconocimiento de la dignidad, que progresivamente, también pierdo con el alejamiento que incito. Poco a poco voy tomando conciencia de que restituirme en el ámbito de las obligaciones recíprocas pasa antes por una cuidados atención a estos discursos y sus constructores, todos ellos evidenciados en el acto político que, para bien ser, no deberían carecer de una fuerte teorización previa. En ello incide la publicación que aquí presentamos, y que supone, antes que nada, un diálogo con nuestras propias convicciones, acaso puestas en cuestión por vía del artificio fílmico y que hábiles han sabido aprovechar cada uno de los autores
Presentación
José María Enríquez Sánchez
Primera parte. Los dos primeros artículos
o Enredados en historias: una cuestión de responsabilidad. Reflexiones a partir de la película "La vida de los otros" Tomás Domingo Moratalla
o La barbarie poco a poco conquistada: la analogía temporal de "La ola" de Dennis Gansel Enrique Ferrari Nieto
o Los derechos humanos en la época de la crisis del fundamento Pedro José Herráiz Martínez
o "El hombre elefante": un cuento victoriano Jorge Praga Terente
o La construcción cultural de la sexualidad Cristina Pérez Rodríguez
Segunda parte. Derechos de primera generación
o Reflexiones sobre la función judicial, el derecho a un juicio justo y su imagen fímica Benjamín Rivaya García o Excepcionalidad y ley ordinaria en el Núremberg argentino: "Garage Olimpo" Mercedes Gómez Adanero
o "La confesión": como ser libre y no morir en el intento Mercedes Gómez Adanero
o Crítica al modelo clásico de subjetividad de los derechos humanos en un contexto de ineficacia de estos derechos: reflexiones a propósito de las películas "M, el vampiro de Düsseldorf" y "Europa ´51" Juan Antonio Gómez García
o Los límites del derecho penal: la oclocracia como pretexto político José María Enríquez Sánchez y José Luis Muñoz de Baena y Simón
Tercera parte. Derechos de segunda generación
o Mujeres y vencidas: la doble represión en la posguerra española Cristina Gómez Cuesta o Igualdad entre géneros: desarrollo y paz Lourdes Otero León
o Los límites a la libertad de expresión: Reflexiones jurídicas a propósito de "Ausencia de malicia" Estefanía Jerónimo Sánchez-Beato
o "De dioses y hombres": el derecho a la libertad religiosa y sus amenazas Moisés Pérez Marcos y Vicente Niño Ortí
o "Tiempos modernos": la humanidad de los derechos Sixto José Castro Rodríguez o Realizando la democracia: individuos y reyes Aurelio de Prada
o Modo Lumpen o la fatalidad de los marginados Raúl César Cancio Fernández
o "Ladybird, Ladybird" o los excesos de la intervención del Estado en la protección de menores Isabel Palomino Díez
o "Yentl": éxito es masculino Anna Volovici
Cuarta parte. Derechos de solidaridad
o "La misión": el cine de Roland Hoffe, los derechos de las poblaciones indígenas y los límites de la moral y el derecho Miguel Angel Sendín García, Sonia María Moralejo Hernández
o Sobre la diferenciada fundamentalidad de los derechos en nuestro vigente constitucionalismo Jorge Alguacil González-Aurioles
Apéndice
o La comunicación cinematográfica a través del formato corto Ana Isabel Cea Navas

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La obra reúne los textos presentados en las Jornadas de Cine y Filosofía organizadas por la Universidad Europea Miguel de Cervantes y el Departamento de Filosofía Jurídica de la Universidad Nacional de Educación a Distancia

Wednesday, July 10, 2013

Sobre la práctica cultural de la narración en el Derecho del Trabajo y Derecho de Familia. Italia



Flora Di Donato
La realtà delle storie. Tracce di una cultura
Editore Guida (Collana Pegaso), Napoli, 2012, 208 pp.
ISBN-13: 9788866661832

Perché un libro sulle storie e sulla cultura? Che relazione c'è tra storie e cultura? Questo lavoro si inserisce nel dibattito contemporaneo dedicato a temi di Law, Culture and Humanities mostrando come la realtà giudiziaria prende forma nel tessuto della dimensione autentica del quotidiano. La ricerca, a partire dalla quale si sviluppa il testo, ha ad oggetto alcuni casi giudiziari (in materia di lavoro e di famiglia) analizzati in relazione al contesto culturale in cui si originano, nell'intento di dimostrare come le soluzioni messe in pratica dagli attori-protagonisti siano improntate alla conoscenza più o meno implicita di regole latenti dominanti nella vita quotidiana. È la consapevolezza di tali regole che determina un agire vincente della gente comune quando si trova confrontata agli strumenti formali del diritto. La metodologia impiegata - l'analisi narrativa dei casi ricostruiti come storie- ha per scopo quello di tracciare la cultura, intesa come insieme di significati simbolici, la legge tra questi, che condizionano l'applicazione del diritto e la soluzione dei casi in particolare.


Prefazione di Jerome S. Bruner
Introduzione

Capitolo I
Realtà, cultura, diritto
1. Diritto proviniente ‘dal basso’. 2. Dall’erosione del diritto positum all’ emersione di nuovi significati culturali e legali. 3. Reti di relazione e codici di senso culturali. 4 Diritto como inter-azione. 5. Lo studio dei significati per una ricerca sul metodo.

Capitolo II
Narrazione nel contesto: la ‘voce’ dei protagonisti
1. La comunità delle storie. 2. Ragionare per casi o storie: una questione di ‘umanità’. 3. Le molteplici funzioni di ‘diritto e narrazioni’. 4. Narrazioni in context e agentività. 5. L’attività dei protagonisti: storie di clienti. 6. Si il cliente ‘non ha voce’: casi di clienti silenziosi. 7. Le cornici culturali (emozionale, affetiva e legale) nella ri-cosntruzione dei casi di Zº e Fº.

Capitolo III
Tracce culturali: storie di lavoro e di famiglia
1. Per una pratica della cultura ‘a più voci’. 2. La raccolta dei dati: intervista libera e ‘scambio situati’. 3. Il corpus dei storie e le categorie di analisi: lavoro e famiglia. 4. La storia di Cº tra ‘diritto, cultura e letteratura’. 5. La storia di Tº ‘attrice’ e ‘registra’ del suo caso. 6. 'Se non ti pieghi alla cultura... la cultura prova a piegarti’. La storia del duplice licenziamiento di Mº. 7 La storia di Lº: qualche stralcio. 8. Il punto sulle storie di Cº, Tº, Mº e Lº. 9. La storia di Sº e del ‘principe consorte’. 10. La storia di Fº (again). 11. La storia di Gº ‘due volte’ oppressa dalla cultura. 12. Conclusioni sui casi di Sº, Fº e Gº.

Capitolo IV
Note conclusive
1. Quale ‘verità’? Note a mergine di casi giudiziari

Bibliografia

Flora Di Donato, attualmente chercheuse associée presso il Centro di Diritto delle Migrazioni dell'Université de Neuchâtel, è stata ricercatore e docente di Filosofia del diritto e Teoria generale del diritto e dell'Interpretazione presso l'Università Telematica Pegaso. Ha condotto ricerche presso numerose istituzioni italiane e straniere, tra cui l'Università di Napoli « Federico II », l'Università di Salerno, l'Université de Neuchâtel, l'Institut Suisse de Droit Comparé di Losanna e la New York University. È autrice di numerosi saggi interdisciplinari a carattere teorico-pratico, dedicati ai rapporti tra diritto e contesto, attraverso l'analisi delle pratiche narrative. I suoi lavori sono editi in riviste scientifiche peer reviewed e in volumi italiani e stranieri. Nel 2010 ha ricevuto l'Adam Podgórecki Prize per il volume La costruzione giudiziaria del fatto. Il ruolo della narrazione nel processo (Milano 2008).

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El lector interesado en la metodología de este tipo de investigaciones con soporte en corpus puede consultar de la autora su trabajo, en unión Francesca Scamardella (Università di Napoli Federico II), titulado “La ricerca della verità tra diritti, realtà e cultura. Note a megine di un caso giudiziario”, en Felipe Casucci, Maria Paola Mittica (eds.), Il contributo di Law and Humanities nella formazione del giurista. Atti del Quarto Convegno della Italian Society for Law and Literature (The contribution of Law and Humanities in the Legal Education. Proceedings of the 4th National Convention of the Italian Society for Law and Literature), pp. 185-208, Disponible en: http://www.lawandliterature.org/area/documenti/Dossier%20Atti%20ISLL%202012.pdf
En España contamos asimismo con la excelente obra de Raquel Taranilla, La justicia narrante. Un estudio sobre el discurso de los hechos en el proceso penal, Editorial Aranzadi (Colección: Estudios Aranzadi), Pamplona, 2012, 352 pp. ISBN: 978-84-9014-044-4 Otros detalles: Incluye CD.
De ésta pueden verse noticias en este mismo blog

- Tuesday, September 20, 2011
Narración y Proceso penal. Tesis Doctoral. Lingüística aplicada al Derecho.
- Monday, August 27, 2012
La construcción de la narrativa judicial frente a los hechos en proceso (http://iurisdictio-lexmalacitana.blogspot.com.es/2012/08/la-construccion-de-la-narrativa.html)

Monday, July 08, 2013

Bentham en Colombia. Gideon Schreier Wing of Bentham House



Thursday 11th July: The Influence of Bentham on Colombia during the 19th Century.

Thursday 18th July: Teaching the influence of Bentham on Colombia through new technologies and Internet resources.

The seminars will take place from 2pm in Seminar Room 5 of the Gideon Schreier Wing of Bentham House.
Professor Gonzalo Ramírez will discuss the topic of Bentham and Colombia in two distinct ways. His first seminar will concentrate on Bentham's influence on Colombia during the 19th Century. In his second seminar he will explore how this influence can be taught through new approaches and methods, such as via the use of Internet resources.
The seminars are free to attend and open to all. For further information or to RSVP please email the seminar organizer Kris Grint (k.grint@ucl.ac.uk). Alternatively, you can confirm your attendance directly at our Eventbrite page.




Wednesday, July 03, 2013

Derecho y Literatura. Suiza. Novedad bibliográfica

Andreas B. Kilcher et al. (Hrsg.)
„Fechtschulen und phantastische Gärten“: Recht und Literatur
vdf Hochschulverlag AG
an der ETH,
Zürich, 2013, 232 pp.
ISBN 978-3-7281-3352-6



Einleitung

- Andreas Kilcher, Matthias Mahlmann,
Daniel Müller Nielaba
«Fechtschulen und phantastische Gärten» –
Recht und Literatur

- Andreas Kilcher
Literatur und Recht: Perspektiven der Literatur –
nach Heinrich Heine

- Matthias Mahlmann
Die wechselseitige Humanisierung von Recht und Literatur

- Daniel Müller Nielaba
Die Literatur vor dem Gesetz

Recht und Erzählung

- Jutta Limbach
Recht und Poesie

- Doron Rabinovici
Sprache und Schuld

- Mordechai Kremnitzer
Der Holocaust in Recht und Literatur

- Lutz Wingert
Recht zwischen erzählerischer Anschauung
und förmlicher Konstruktion

- Bettina Dennerlein
Norm und Narration

Recht in der Literatur

- Daniel Müller Nielaba
Rechtsgeschehen: Gotthold Ephraim Lessing

- Philipp Theisohn
Vom «gleichen Recht des Höhern und Niedern»:
Goethes Wahlverwandtschaften als Roman des Urhebers

- Jörg Paul Müller
Schillers Wilhelm Tell und das Problem der Demokratie

- Matthias Mahlmann
Hölderlin und die Tragödie der Freiheit

- Bernhard Greiner
Recht-schaffen und Ent-setzen des Rechts
bei Heinrich von Kleist

- Andreas B. Kilcher
«Vor dem Gesetz»: Literatur und Recht gemäss Kafka

Autorinnen und Autoren

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Nueva y muy atractiva publicación que me llega por gentileza del Prof. Dr. José Manuel López de Abiada (Philosophisch-historischen Fakultät. Universität de Bern, Institut für Sprache und Literatur. Suiza) Catedrático Emérito de Literatura Española e Hispanoamericana. Su obsequio enriquece mi biblioteca. Apenas con más tiempo que el que me permite el hojeo/ojeo de sus contenidos me parecen especialmente destacables los trabajos que en ‘Derecho en la Literatura’ van dedicados a autores como Lessing, Hölderlin o Schiller (éste de modo singular a mi interés, incluso cuando Wilhelm Tell no sea entre sus obras la de mi mayor preferencia), en general mucho menos frecuentados que otros como Goethe, von Kleist o Kafka. Todos ellos forman no obstante un conjunto excelente, sin lugar a dudas. En punto a ‘Derecho como Literatura’ resalta el texto a firma de Bettina Dennerlein titulado ‘Norm und Narration’, demostrativo de las amplias perspectivas de una conexión que durante demasiado tiempo se ha ignorado o cuestionado. En lo demás, siempre de valor las reflexiones metodológicas sobre la hibridación ‘Derecho y Literatura’ que suscitan las contribuciones de Andreas Kilcher y Daniel Müller Nielaba
Desde luego un aporte distinguido, con añadido de plusvalor al incorporar un área geográfica como la suiza a esta construcción europea de cultura literaria del Derecho, cuya fecundidad se hace así aún más evidente.

J.C.G.

Comunidad jurídico-interpretativa y narrativismo. Italia

Maria Teresa Sanza
Le narrazioni della legge. Pratiche linguistiche e comunità interpretativa negli usi del diritto contemporaneo
Edizioni Scientifiche Italiane, (Collana: Diritto e Letteratura, 2), Napoli, 2013, 144 pp.
ISBN: 9788849522877

C’è un filo che lega le narrazioni al diritto? Accanto ai mezzi che nell’ordinamento vengono adottati per codificare, comunicare norme e regole di condotta coesistono romanzi, opere teatrali, opere musicali, anch’essi strumenti per ordinare la convivenza nella dimensione giuridica di ogni cultura. L’idea è che non sia solo il prodotto di regole e di prassi applicativa ma che vi sia anche una dimensione artistica del diritto e che questo sia, a sua volta, riflesso nelle opere letterarie ed artistiche. Il legame fra le narrazioni e il diritto ci svela la forza del mito, la sua capacità di modellare il mondo con i racconti, ci mostra la forza della metafora, nel dare forma alla realtà e alla mente. L’approccio cognitivo dimostra che il linguaggio giuridico è metaforico ed è alla base delle argomentazioni dei sui interpreti, esso stesso e le norme sono artefatti cognitivi e sociali, radicati nelle esperienze del corpo, che operano da mediatori secondo schemi condivisi dalla comunità interpretativa in un dato contesto.


Sommario

Introduzione
Capitolo I – Le narrazioni del diritto

1. Premessa. Sviluppo della competenza narrativa. Campo di indagine e
analisi storica
1.1. Il campo di indagine e lo sviluppo degli impieghi del racconto
1.2. Narrazione: processo intimo alla cultura
1.3. La pratica narrativa nella cultura
1.4. Il mito e il discorso narrativo
1.5. Le narrazioni giuridiche tra intenzionalità e possibilità
1.6. Il desiderio della narrazione come desiderio di verità
1.7. Il diritto e la letteratura. Prospettive, strumenti, punto di partenza
2. Studi su diritto e letteratura
2.1. In Italia, in America
2.2. Testo e testi: statuto ontologico dei concetti giuridici (tesi di Searle).
La nozione di interpretative community
2.3. Pratica narrativa come conoscenza locale
3. Ars combinatoria: documenti giuridici ufficiali
3.1. Racconti giuridici non ufficiali
3.2. Letteratura e diritto
3.3. Cinema e diritto. Le narrazioni giuridiche e la grammatica del vedere
3.4. Teatro e diritto
3.5. Musica e diritto

Capitolo II – Le pratiche linguistiche nella comunità interpretativa
del contestualismo giuridico

1. Premessa. Il linguaggio come istituzione sociale fondamentale e come
costitutivo dei fatti istituzionali
1.1. La svolta interpretativa: ricaduta a livello di osservazione
1.2. Interpretative community come categoria di comunità e di soggetto
della pratica giuridica. Uditorio universale
1.3. Dimensione ermeneutica del processo e narrazione del diritto
1.4. Indicazioni di metodo. Emilio Betti e la polemica con Hans Georg
Gadamer
2. Denis Patterson: la verità del diritto e la teoria postmoderna del diritto 99

Capitolo III – Approccio cognitivo e linguaggio giuridico
1. Premessa. Il diritto e le scienze cognitive. I fondamenti cognitivi del diritto
1.1. Spunti di riflessione di linguistica cognitiva. La metafora del linguaggio
giuridico
1.2. Il luogo della metafora nel linguaggio del diritto
1.3. «Law and Art» in una prospettiva cognitiva
1.4. Metafore aperte e metafore chiuse
1.5. Linguaggio metaforico e comprensione
1.6. Le metafore della vaghezza

Bibliografia


Maria Teresa Sanza è avvocato in Potenza, ove è titolare della cattedra in «Discipline giuridiche ed economiche» presso l’I.I.S. «F.S. Nitti»; è dottore in «Scienze della comunicazione », in «Teoria e filosofia della comunicazione» ed in «Scienze filosofiche e della comunicazione»
.


Sello de la Collana Diritto e Letteratura de Edizioni Scientifiche Italiane

Tuesday, July 02, 2013

Literatura romántica, Filología y Ciencia jurídica. Nueva perspectiva de ‘Derecho y Literatura’ en Alemania


Claudia Lieb, Christoph Strosetzki (Hg.)
Philologie als Literatur- und Rechtswissenschaft: Germanistik und Romanistik 1730-1870
(Col: Beihefte zum Euphorion; Heft 67) Universitätsverlag Winter, Heidelberg, 2013, 286 pp.
ISBN: 9783825359133


Als die Wissenschaftsgeschichte der modernen Philologie beginnt, gibt es an deutschen Universitäten noch keine etablierten Nationalphilologien wie die Germanistik und die Romanistik, sehr wohl aber ein wachsendes akademisches Interesse an literarischen Texten und an Rechtsquellen. Die Erforschung römisch-lateinischer und deutschsprachiger Rechtsquellen in ihren historischen Kontexten führt im 18. Jahrhundert zur Teilung des Fachs Jurisprudenz: Es spaltet sich in Romanistik und Germanistik. Rund ein Jahrhundert später differenzieren sich die gleichnamigen philologischen Fächer aus. Dass in Literatur- und Rechtswissenschaft die Fächer Germanistik und Romanistik entstehen, ist Folge einer bislang kaum beachteten interdisziplinären Beziehung. Der Band zeigt exemplarisch die intensive Forschung zum Zusammenhang von Literatur, Sprache und Recht an den Universitäten und Akademien des 18. und 19. Jahrhunderts. Er beleuchtet die vergessene Vorgeschichte der gegenwärtigen Law-and-Literature-Bewegung und bietet einen neuen Beitrag zur Fachgeschichte von Germanistik, Romanistik und Jurisprudenz.



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Destaco en esta entrada el carácter de ‘nueva perspectiva de Derecho y Literatura en Alemania’, si bien la tradición germana en el campo de estudios filológicos es tan clásica como indiscutible. La novedad consiste en su hibridación disciplinar. Nuevo ejemplo asismismo de la excelencia interdisciplinaria como camino más fructífero de la invovación investigadora, verdadera I+D+I.
Adquirir un ejemplar de esta obra está en mi agenda .de objetivos para los próximos días de visita en Hamburgo y Bremen, y aún mejor si localizo otros títulos que igualmente llevo anotados. Espero regresar con la mayoría de ellos.

J.C.G.

Monday, July 01, 2013

Derecho y Literatura: Martha C. Nussbaum. Traducciones en Italia



Martha C. Nussbaum

Giustizia poetica. Immaginazione letteraria e vita civile
a cutra di Edoardo. Greblo, trad. di Giovana Bettini
Mimesis (Collana Volti), 2012, 192 pp.
ISBN: 9788857509846

Ma è proprio vero che gli esseri umani agiscono soltanto per soddisfare i loro interessi più o meno egoistici? In questo libro, Martha Nussbaum sostiene che alle emozioni vada affidato il compito di ridare vitalità a esperienze atrofizzate di sensibilità per delle relazioni interpersonali regolate in termini morali. Non è solo da considerazioni razionali rispetto allo scopo che è possibile dedurre le norme e le istituzioni in grado di offrire alle persone l'opportunità di condurre vite soddisfacenti e dignitose. E anzi, è proprio valorizzando il ruolo delle emozioni nel giudizio pubblico, e soprattutto nelle questioni di giustizia, che è possibile presentare gli esseri umani come fini in sé, dotati di dignità e individualità, piuttosto che quali unità astratte indistinguibili o come meri mezzi per i fini altrui.



Martha C. Nussbaum
Giustizia poetica : immaginazione letteraria e vita civile
a cura di Edoardo Greblo, trad. di Giovana Bettini
Feltrinelli (Colllana Capi di sapere), 1996. 160 pp.
ISBN: 9788807102042

La rappresentazione di una tragedia, sosteneva Aristotela, induce nello spettatore una miriade di emozioni: paura, pietà, gratitudine, compassione. Identificandoci con i personaggi sulla scena, ne condividiamo i sentimenti e impariamo a discernere il bene dal male, il giusto dall'ingiusto. Nussbaum applica al romanzo storico ciò che Aristotele diceva del dramma. Attraverso la lettura, la condivisione delle emozioni di personaggi complessi alle prese con scelte difficili e, infine, attraverso la conversazione con gli altri lettori, arriviamo a comprendere i concetti di colpa e innocenza in modo più vivido e molto più vicino alla realtà di quanto non possa fare qualunque trattato di etica. Per questo il romanzo è da considerarsi una forma moralmente seria.


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Ofrezco aquí reseña de estas dos obras de Martha C. Nussbaum traducidas y publicadas en Italia, una de ellas muy recientemente. Es significativa la resurrección de la primera de ellas, cuyo original data de 1995 (Beacon press, Boston, 1995), indicativa del interés por los temas de D&L que allí son relevantes tanto para el ámbito académico como el judicial y del ejercicio profesional del Derecho. Tal vez algún editor español se haga eco de esta actitud y explore seriamente la posibilidad de reproducir el caso. Desde luego, Justicia poetica en trad. de Carlos Garcini (Andrés Bello, Barcelona, 1997, 184 pp. ISBN: 84-89691-09-6) merecería una reedición, pues es prácticamente inencontrable.


Otros títulos de la producción de Nussbaum que han merecido atención por los editores italianos son: Terapia del desiderio. Teoria e pratica nell'etica ellenistica (Vita e Pensiero, 1998), Coltivare l'umanità (Carocci, 1999), La fragilità del bene (Il Mulino, 1996), Diventare persone (Il Mulino, 2001), Giustizia sociale e dignità umana (Il Mulino, 2002), Le nuove frontiere della giustizia (Il Mulino, 2007), Giustizia e aiuto materiale (Il Mulino, 2008), Lo scontro dentro le civiltà (Il Mulino, 2009).



Información complementaria acerca del último trabajo de Nussbaum en 'Derecho y Literatura' puede consultarse en este blog:
Thursday, February 14, 2013. Shakespearean (I). From a legal point of view
http://iurisdictio-lexmalacitana.blogspot.com.es/2013/02/shakespearean-i-from-legal-point-of-view.html
J.C.G.